LEMBRETE: 12 ÁLBUNS INCRÍVEIS QUE NÃO LANÇARAM NESTE ANO

sexta-feira, dezembro 18, 2015


A lista de álbuns de sucesso deste ano está explicitando cada um deles com diversos singles de reconhecimento proporcional, e tenho visto inúmeras matérias recentes reunindo tais obras e as relembrando. Normal, né? É o que a maioria das pessoas tem escutado e o alvoroço maior, infelizmente, só gira em torno da novidade, esquecendo que a releitura também agrega inovação/descobertas. Mas o fato é que, desses novos, todo mundo já conhece ao menos a maioria. Então resolvi fazer a minha listinha com um lembrete para vocês! Daquele que diz "olha o novo que você pode achar no antigo!". Se estiver atrás de novos discos, esses valem, e muito! A ideia aqui é relembrar e até conhecer os "velhos" (só lançamentos que ocorreram antes de 2014). Fui juntando aleatoriamente, então as datas de lançamentos são bem diferenciadas entre a maioria e, sim, muitos outros poderiam e merecem ter um lugarzinho aqui, mas esses são álbuns que já mexeram comigo de alguma maneira, e espero que possam mexer com vocês.


  • Estampado (Ana Carolina - 2003)

Uma das minhas músicas favoritas da Ana (Pra Rua Me Levar) está nesse álbum. E quanta letra maravilhosa! Fiquei em uma dúvida terrível de qual dos CDs dela poderia colocar aqui, porque Dois Quartos é outra obra que me arrepia, e as minhas letras prediletas da Carolina ficam fragmentadas entre trabalhos e trabalhos, mas acho que a junção de Estampado é uma das que mais me ganha. Romântico, acho que pode ser a primeira palavra para definir. Não no sentido de meigo, de singelo, mas de falar de dois tipos de romances em diversas das suas etapas: o amor próprio e o amor em dois. Descobertas do autoconhecimento não faltam! Nem mesmo nas letras que falam de mais de um alguém. O álbum é daquele tipo que faz com que a gente reflita mais sobre nosso eu, ao lembrar, inclusive, de outras pessoas, do que sobre simplesmente sobre outro ser. Términos, recomeços, guerras e alívios internos: uma mesclagem de tudo isso, com poesias diretas, quase pouco metafóricas, mas que acabam gritando analogias no nosso interior. É aquele álbum para sentir liberdade! Liberdade por desvendar, por permitir olhar o mundo com princípios, com cuidados, por estar onde está, e por lembrar que os laços nos ajudam a descobrir. O título, para mim, retrata o que está "na cara da alma", o que não há como negar, e o que temos que começar a estampar primeiro para nós, sozinhos, ainda que juntos.

  • AM (Artic Monkeys - 2013)

Muitas letras românticas, daquelas escritas falando com quem é o causador do sentimento e inspiração. Mas não pense que as melodias são calminhas e que as composições são apenas "fofas". Elas retratam as agonias das sensações! A agonia de querer saber o que o outro sente, de estar seduzido sem ter certeza se corre, de entender os limites até então impostos onde e com quem está. Dúvidas. É uma ótima palavra para definir, em geral, as letras de AM. Agora pense em tudo isso batido num liquidificador com melodias sem gritos que acompanham esses certos desesperos. É como quando queremos descobrir algo, mas ao mesmo tempo vamos continuando com a nossa vida, vamos vivendo com interrogações em paralelo, sem deixar nossa sanidade e certas prioridades de lado. O álbum consegue retratar tais pontos que embolam a nossa mente, de forma leve e pesada ao mesmo tempo, tanto nas palavras, quanto nos tons. É incrível! É aquele tipo de música que dá para ouvir a qualquer momento: desde no carro com os amigos, até no quarto sozinho. Porque o ritmo geral, com suas linhas de rock, música psicodélica e britpop, anima sem clímax agonizantes, enquanto acalma um desespero implícito e explícito ali. 
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  • RED (Taylor Swift - 2012)

Poderia fazer uma resenha para cada música desse álbum. É o meu favorito da Taylor. É o meu favorito de todos! Ele concorreu a "Álbum do Ano" no Grammy e não levou o prêmio para casa (oi?). A partir disso, algumas pessoas começaram a falar que o motivo foi a "falta de coesão", porque o álbum tinha "muitas personalidades em um mesmo CD", "muitos diferentes tons, estilos musicais". Mas é isso o que eu mais amo nele! É isso o que faz dele, para mim, tão original! Ninguém é só uma definição de si ou só um ponto dos relacionamentos que vive, ninguém sente a mesma coisa o tempo inteiro, ninguém passa pelas mesmas sensações da mesma forma em todos os momentos semelhantes. Foram dois anos do antecessor de RED até chegar nele e, em dois anos, são tantas histórias que podem ser vividas, e nenhuma vai ser igual, ou talvez, nem mesmo semelhantes! Essa é a graça da vida, é ter intensidades maiores que o tempo e nos impulsionar em tantas lições que vão soar de divergentes maneiras. E é tal fator que o Red exibe de maneira magnífica! Pegue todos os tipos de grandes sentimentos que você pode sentir por alguém, daqueles que explodem na gente até não conseguirmos conter, e una em um lugar. Pronto. Você pensou nesse álbum. O nome que a Swift escolheu foi, justamente, porque ela queria uma palavra que expresse isso: os ápices das sensações que alguém causa em alguém. E o que veio na mente dela, foi a cor vermelha. Nas letras sensacionais e, quase sempre, bastante metafóricas, a Taylor fala dos variados tipos de relacionamentos: aqueles que acabaram de forma triste; os que acabaram, mas não acabaram; os que estão começando com perigos, mas tomamos o risco; os que nos ajudaram a recuperar nosso próprio autoconhecimento; os que ajudaram para que nos perdêssemos em grau elevado e, justamente por isso, acabaram fazendo com que achássemos mais de nós e por aí vai. Sempre causando uma reflexão não só sobre as emoções, mas sobre as consequências delas para o "eu" de quem sente, as diversas letras acabam podendo também ser pontuadas para casos de amizade, de família, etc. Todos os tipos de conexões! Tudo depende do momento em que você ouvir. A representação é livre, porque é tudo tão intenso, que abre inúmeras alas. As melodias da compositora, como sempre, acompanham as descrições mais internas da letra, fazendo sons metafóricos em inúmeros casos. Então, prepare-se para ouvir de tudo, inclusive nos ritmos! Desde os mais repletos de batidas pesadas (principalmente quando a letra fala de algo que traz revoltas, ainda que momentâneas) até os doces, leves, calmos. E, inclusive, também tem os que mesclam um clímax mais "animado", enquanto percorrem a maior parte do tempo de forma mais leve. Pop, contry e até uns toques de eletrônica ficam nessa mixagem. Deu para reparar o quanto para falar de Red é preciso ouvir música por música? Não adianta tentar definir o álbum inteiro em uma sentada. É tudo único ali, é tudo o que demonstra as capacidades do ser humano de só evoluir com as trocas de um para o outro e de ser vermelho por dentro de diferentes maneiras, finalizando sempre, com a descoberta de pontos azuis. 

  • X & Y (Coldplay - 2005)

Quem nunca ouviu Talk e Fix You? São grandes sucessos do X & Y, da maravilhosa Coldplay. "Em termos matemáticos X e Y eram sempre as respostas, mas na vida ninguém sabe", diz Chris. "Para mim, o disco fala dessas perguntas sem respostas, e do que você pode fazer em relação ao fato de que não pode explicar todas as desconhecidas variáveis", finaliza. A banda, apostando em uma pegada mais eletrônica, reuniu os ângulos mais animados com também os mais tranquilos desse formato sonoro. O mais incrível é que a maioria das letras podem ser vistas de duas maneiras: uma, é daquele tipo que você sente que o compositor estava escrevendo aquilo como se estivesse falando diretamente com alguém, como em uma carta, algo bem específico, que ajuda para quem quer enxergar a música como algo que falaria para alguém, que mandaria para alguém, com muita identificação íntima. A segunda forma, é olhar como se o compositor estivesse falando com você! Refletindo assim em uma mensagem mais social, mais reflexiva, como textos de autoajuda. Então, entre uma ideologia e outra, podemos refletir sobre questões humanas (mais gerais) e sobre quesitos mais pessoais. É o tipo de álbum ideal para ouvir sozinho, prestando atenção nas letras e levando cada uma delas para onde quiser: para seus relacionamentos ou para suas visões de mundo. Fica à sua escolha.

  • Senhas (Adriana Calcanhotto - 1992)

Posso dizer que a minha favorita é Mentiras, mas também sou louca por Esquadros! Então não, não sei definir a minha favorita desse álbum incrível e tão poético. A maior parte das composições é de autoria da própria Adriana, com alguns covers de outros artistas, tais como Titãs, em Milagres e Barão Vermelho, em Miséria. Não existe um tema central que permeia o álbum, existem diversas e diversas declarações únicas e metafóricas. Questões sociais aparecem com críticas intensas, como na música "Mulato Calado", e mensagens mais românticas também não faltam. Além de mais, como na Esquadros, que já citei, e aborda a cegueira literal do irmão da Adriana, além do momento em que admitiu sua homossexualidade e pontos que abordam também a cegueira social em geral, a confusão mental humana quando sente o que ainda não conseguiu definir, enquanto os burburinhos sociais gritam o que deveria ser com seus preconceitos, com seus achismos de acharem que "é isso e pronto", só porque já desvendaram uma parte (esquecendo que tudo deve ser revisto, transformado, relido), nos atrapalhando de descobrir e inovar.

  • Brand New Eyes (Paramore - 2009)

Quem já disse em algum momento de decepção que "Brick by Boring Brick" é "a minha música"? Eu! Quem nunca baixou a música  "The Only Exception" e mandou para quem fazia aquilo parecer ideal? Quem nunca teve vontade de mandar  "Ignorance" como uma "diretona" para alguém? Ai, que CD repleto de letras com verdades escancaradas, com melodias de diversos tipos, com aquelas músicas que meigas, que nos fazem ficar mais leves e com aquelas revoltadas que nos ajudam a desabafar só de ouvir! A palavra "acordar" tem um encaixe ideal para o álbum. Acordar para mandar as desilusões embora, acordar para não deixar o amor escapar, acordar para não mais permitir quem não está ali somando na sua vida. Não existe uma sonoridade que possa confundir uma música com a outra, ainda para quem está ouvindo pela primeira vez. A banda simplesmente utiliza ângulos calmos e mais agonizantes do pop punk ao rock alternativo, fazendo com que as sensações das letras fiquem ainda mais intensas!  


  • Songs About Jane (Maroon 5 - 2002)

This Love, Sunday Morning e She Will Be Loved são músicas eternizadas por Maroon 5 a partir do maravilhoso álbum de estreia, Songs About Jane. A banda de pop rock, pop, funk rock, blue-eyed soul e dance-pop, faz mais jus aos títulos de pop rock e jazz nessa mesclagem de muitos sentimentos a dois. Jane é uma ex-namorada de Adam (vocalista da banda), e também musa do álbum, tendo inspirado diversas canções! Então já dá para imaginar que é bem romântico, não é? Variados momentos do relacionamento surgem no álbum, desde agonias das idas e vindas até momentos que revelam dores mais íntimas e pessoais da própria Jane e que fazem maravilhosas declarações, daquele tipo meigo mesmo. Para os apaixonados e confusos em um relacionamento, as letras caem mais do que bem! Com certeza alguma identificação virá.

  • Coco (Colbie Caillat - 2007)

Pensa em um álbum tanto para os que estão em paz em um relacionamento, como para quem está na fossa! Esse. Quem não lembra de Bubbly e de Midnight Bottle? Dá uma nostalgia imensa só de lembrar dos títulos! As músicas são mais para relacionamentos que, terminando ou não, estiveram ou estão em mais momentos de bem-estar do que em guerras que estilhaçam os valores. As letras são voltadas para aquelas pessoas que querem voltar para o que fez bem ou estão no que faz bem. Para quem quer se declarar e ainda não teve coragem, cabe também de forma ideal. Uma outra falam de sufocos dentro de um amor, mas ainda assim, de forma que demonstra que o sentimento, de alguma maneira, prevalece. Os ritmos de pop e folk no álbum são leves de uma forma que dá aquela alegria e tranquilidade ou tristes, acompanhando as estórias das dores de perdas de um relacionamento. Segura coração! É uma mistura fofa e dolorida na voz doce da Colbie.

  • Love Is a Four Letter Word (Jason Mraz - 2012)

Uma apaixonada por 93 Million Miles: minha mãe! Ela diz que a música fala sobre lembrarmos que temos uma essência e sempre poderemos voltar para ela, mas que precisamos de alguns momentos em que permitimos deslizes, contanto que não seja um mesmo erro se repetindo, para encontrar melhor a nossa própria índole. E ao foi assim que pesquisei a letra, adorei, tive mais interesse e conheci o Love Is a Four Letter Word. Acabando por achar a faixa I Won't Give Up, que me fez chorar rios na época, embarquei nas outras composições, quase todas escritas pelo próprio Mraz. Posso afirmar que o álbum tem três pontas temáticas. Ao pensar em relacionamentos, ele é sobre extremos: começos e finais (que podem não ser desejados). A outra ponta é, justamente, uma citada no início: a busca por entender melhor o mundo e a si, por captar sensações humanas e as melhores maneiras de achar quem é em meio às tempestades. Com ritmos doces e reflexivos, dá para ser aquele álbum para colocar quando os parentes de todas as idades estão chegando, mas a graça mesmo, é prestar atenção nas letras e achar seus pedacinhos nelas. 

  • Let Go (Avril Lavigne - 2002)

Para mim, o melhor da Avril! Sou louca por todas as músicas. Já ouvi Losing Grip sem parar quando levei um bolo de alguém que mostrou ser totalmente diferente do que demonstrava de longe, já dancei ao som Sk8er Boi, adorando a mensagem que a letra passa sobre preconceitos em geral, já fiquei revoltada querendo mandar Complicated para uma pessoa, assim como já cheguei a mandar Things I'll Never Say para uma! Já chorei lagoas quando me senti sozinha ao ser decepcionada e ouvi I'm With You e por aí vai, né? São letras (todas escritas pela Avril) que refletem sobre tantos temas diferentes e em extremos tão diversos, que o álbum acaba tendo espaço para, basicamente, qualquer momento mais melancólico da nossa vida. Seja em relação a uma revolta em um relacionamento, a um desejo de fazer uma declaração para quem merece, seja sobre saudade dos amigos e da família, sobre lembrar que existe alguém por aí que pode fazer a caminhada árdua valer, sobre descobrir que é tolice criar muros que impeçam a gente de explorar outros seres humanos e muito mais! O álbum é para refletir sobre si. É daquele tipo que ajuda você a descobrir melhor o que está sentindo, a desabafar, a conversar consigo enquanto ouve. As letras são diretas, simples, mas carregadas de sentimentos com um peso que só quem está sentindo no momento pode identificar o tamanho.

  • Where the Light Is: Live in Los Angeles (John Mayer - 2008)

Gente, essa live é um show de sensações e é também DVD! O concerto apresenta três conjuntos de John Mayer: um conjunto de solo acústico, um conjunto com o John Mayer Trio, e um jogo final com a sua banda de turnê. O título do álbum é tirado de canção Gravity do músico. Tantas letras metafóricas e maravilhosas, feitas pelas mãos e mente incrível do John, estão presentes. Indo desde músicas mais simples, como In Your Atmosfere, que fala sobre não conseguir ir para um local próximo de onde você sabe que um antigo amor vai estar, até músicas mais profundas, como Stop This Train, que aborda a vida representada por um trem, refletindo erros e acertos com o tema batido do tempo que não volta, mas que puxa diversas intensidade a mais quando não deixamos de lembrar. São letras para refletir sobre a vida e para identificar lembranças de alguma relação, daquele tipo de canção que faz você lembrar, por vezes, do que achava que tinha esquecido. É uma mistura repleta de blues rock, que fala em primeira pessoa sobre sensações diversas, sejam elas fatores para conversar com a família, com quem ama, com quem já foi e você sente que ainda tem algo para dizer ou para conversar sozinho, ligando os pontos de antigos laços com quem é hoje, ou de novos com o que poderá ser. 

  • Minutes to Midnight (Linkin Park - 2007)

Esse álbum é mais direto, talvez o que eu menos goste da lista, mas como gosto de vários de LP e fiquei confusa na escolha, selecionei esse por ser um marco na carreira da banda (que adoro e tem músicas como Waiting For The End, que tem significados grandiosos para mim). O álbum traz algumas mudanças significativas em relação ao trabalho que vinham desenvolvendo: é o primeiro álbum do Linkin a conter solos de guitarra, traz palavrões, tem um enfoque maior nas letras (o que faz ganhar um super ponto positivo para mim) e usa pouca mixagem. Alguns desses detalhes parecem muito "anti" Linkin Park, mas os caras queriam inovar mesmo! Mike chegou a dizer que eles observaram tudo que já tinham feito para fazer algo mais diferente. Chester Bennington (o vocalista, quase sempre) define esse álbum como "mix of punk, classic rock " hip-hop". Independente de definições, músicas interessantes estão inclusas, e isso que importa. O álbum une muitas reflexões sociais, acabando por induzir cada indivíduo a pensar suas próprias parcelas de interação em cada tema abordado. As letras, quase sempre diretas e pouco poéticas, ainda assim, podem ser vistas como profundas quando a identificação ocorre. Com os clássicos gritos que acompanham as letras metaforicamente, com cada sentimento das palavras sendo guiado pelas melodias e vice-versa, tais ideologias aparecem em músicas como No More Sorrow (que pode ser vista também como encaixada em casos particulares, de relacionamentos a dois) e What I've Done. Além dessa temática, outras como o renascimento interior (recuperação de algum baque) e até pedidos de desculpas, aparecem na junção. A letra simples, sincera, leve e pesada ao mesmo tempo de In Pieces, faz ela ser a minha favorita desse aglomerar rico de temas pessoais e sociais (e nessa mistura que ele me ganha).

Tentei falar um pouquinho sobre cada álbum de uma forma concisa, apresentando as principais temáticas abordadas por cada um. E então, você já tinha escutado algum desses? O que acha? Algum atiçou a sua curiosidade? Qual álbum você, sem dúvidas, acrescentaria na lista? Conta aqui nos comentários!

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16 COMENTÁRIOS

  1. Suas dicas salvam meus dias!! Ja li tantas resenhas de albuns e nenhuma pega esses angulos, de explicar DO QUE ELES TRATAM!! Isso é incrivel, suas analises sao sempre voltadas aos sentimentos e por isso esse blog é o meu favorito e vc é uma das escritoras que mais admiro.. Conhecia variasss musicas, mas nao sabia q eram desses albuns, nao conhecia o nome de quase nenhum, acho q só da avril na verdade e ja tinha ouvido falar do red, vou pesquisar e descobrir musicas novas!! Muito obrigada por essas postagens que nos enriquecem

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    1. Oi, Gabi! Que alegria por saber que pôde conhecer novos álbuns, descobrindo de qual obra (no total) vinham músicas que gostava e podendo, através de tais discos, conhecer novas canções. Fico muito feliz por saber que aprecia as análises feitas, mesmo quando são assim, mais curtinhas. O mais importante, para mim, em uma música, é a mensagem que passa, é o que ela quer transmitir para o mundo como recado e sentimento (e como faz isso! Com qual linguagem, com que tipo de melodia, com a forma com que a melodia e a letra se encaixam, etc), então é isso que tento sempre captar (em tudo, na verdade, rs). E é muito gratificante por saber que gosta assim! O agradecimento é todo meu por esse carinho lindo! Vocês trazem muitos acréscimos e essa troca é a coisa mais maravilhosa! Espero que conheça músicas super bacanas, que tragam identificações e reflexões interessantes, e espero também que possa continuar emitindo suas opiniões por aqui, viu? Um super beijo!

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  2. am é bom demais!!! nao conhecia a maioria do resto, vou pesquisar varios que achei interessantes pelas suas descriçoes. nos ganha o jeito com que voce descreve as coisas, falando das sensaçoes, das mensagens... fica diferente de tudo mesmo, pq os criticos acabam falando de coisas mais tecnicas, e voce vai pra o coraçao do negocio

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    1. Ai, que alegria por ler esse comentário, João! AM é um álbum muito prazeroso mesmo! A maneira de mesclar as interrogações com tanta leveza e peso de forma simultânea é incrível! Fico tão feliz por saber que irá partir para a procura de alguns álbuns que teve conhecimento por aqui e que as minhas visões, ainda que tenham sido mais resumidas, puderam atiçar curiosidades e intensidades nos seus olhares. Conta aqui depois o que achou das suas novas descobertas, viu? Será sempre uma alegria saber as suas opiniões!

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  3. Acho Red o melhor álbum da Taylor depois de 1989 e que saudades das músicas da Avril nessa época. Paramoreeeeeeeeeeee <3 faz muito tempo que não escuto uma música deles. Brick by Boring Brick acabou de voltar pra minha playlist e sério muito obrigado pela postagem super nostálgica. Beijos!

    ANDYZANDO

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    1. Oi, Andy! Ai, sou apaixonadona pelo Red! Adoro o 1989 também, ele contém a minha música favorita: Clean. Todos da Taylor são tão repletos de sentimentos, verdades, mensagens e poesias, não é? Ainda nas músicas mais simples podemos encontrar reflexões de alguma maneira. Fico muitíssimo feliz por saber que pôde relembrar de álbuns e músicas que adorava! O Let Go é aquele álbum que dá vontade de abraçar mais ainda a cada música. Sou louca por ele demais, não tinha como não citá-lo, rs. E Brick by Boring Brick é aquela música que ajuda nas revoltas e nos alívios, não é? É lei sempre que tenho que renovar as playlists, colocar ela em alguma. Os outros álbuns são incríveis também! Espero que algum possa acrescentar, além das nostalgias, novas músicas para você. E o agradecimento é todo meu por compartilhar aqui suas sensações! Fico tão feliz! Espero que possa prosseguir emitindo suas opiniões, viu? Um super beijo!

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  4. Eu penso que adoro música. Daí eu venho aqui ver esses álbuns e penso o que raios andei fazendo da minha vida nesses últimos anos! Conheço uma música ou outra dos álbuns e a maioria não conheço. Incrível como eu sou ignorante! Porém, não tem como não amar todos estes cantores ou bandas, com certeza são uma óptima playlist <3

    Beijinhos,
    Catarina Gomes | Cenas Duma Rapariga Complicada

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    1. Ai, Cati, todos somos ignorantes, assim como imaturos em alguns assuntos, principalmente porque quanto mais sabemos, mais temos sobre novos temas a aprofundar. Então não diga assim, porque com certeza você conhece músicas incríveis que muita gente não sabe da existência e que poderiam mudar o dia ou até o ano inteiro de alguém! Mas é maravilhoso saber que a lista pôde trazer inovações para você, viu? Fico muitíssimo feliz! Espero que tenha sido um impulso para que conheça novas obras que dêem claridades para suas visões e sentimentos. E adorei a sua visita por aqui! Espero que possa continuar emitindo mais das suas opiniões! Um super beijo!

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  5. Ai mulher quanta musica boa..mas com certeza meu favorito de todos aí é "Songs About Jane" <3 ouço ele quase sempre!
    E Minutes to Midnight nem tem o que falar né? <3 <3 <3

    Adorei a Playlist!

    Beijos!

    www.kelltpm.com

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    1. O Songs About Jane é maravilhosão mesmo, Kell! Adoro demais! Tem intensidades diversas que servem para ajudar ou reler o coração. E o Minutes to Midnight faz uma mesclagem incrível de reflexões sociais e pessoais, que acabam servindo para uma sensação mais coletiva ou mais íntima, dependendo do caso em que ouça, não é? Ele super me conquista nesse ponto. Fico super feliz de saber que gostou, viu? Espero que possa continuar emitindo suas opiniões por aqui e que tenha descoberto novidades em meio às analogias. Um beijo enorme!

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  6. Meeu, entrei nesse post só porque vi a foto da capa de Brand New Eyes hahaha, melhor cd <3. Mas acabei descobrindo e lembrando de cds que, caramba, nem sei o que falar, apenas sentir enquanto escuto essas músicas boas haha.
    Adorei o post,
    Beijoos!!
    http://www.nevandonalua.com.br

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    1. Ai, Ca! O Brand New Eyes é maravilhoso demais! Sempre consegue mexer em algum ponto comigo, cabendo em diversas novas fases com as tantas mensagens e desabafos que permeia. O mais legal é que ele agrega vários temas voltados às sensações humanas, seja de uma questão interna ou de uma troca com outro alguém. Adoro demais mesmo! E fico muitíssimo feliz por saber que pôde descobrir novas obras (são todas incríveis) e lembrar de novas também. Muito obrigada por compartilhar suas impressões aqui. Espero que possa continuar emitindo mais das suas opiniões, viu? Vai ser sempre uma alegria ler e responder com gosto! Um super beijo!

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  7. Estampado, Brand New Eyes, Let Go, melhores álbuns ever *-* Amei o post!!

    http://joao-davis.blogspot.com.br/

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    1. Ai, são todos maravilhosos demais mesmo, João! Fico muitíssimo feliz por saber que gostou. É uma delícia relembrar e reler fatores nostálgicos e também lembrar que existe muita coisa que não é do "agora" e que pode trazer um carga imensa de novidades, não é? Um super beijo e espero ver mais opiniões suas por aqui!

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  8. Vanessa: você é incrível. Me identifiquei muito com você. Com essa coisa do "Escrever para ser, isso sim não há questão". Uma coisa que me tomou tamanha atenção são as suas análises "metafóricas", como você mesma aplica o nome.

    Será que posso te fazer um pedido? (já fazendo)
    Você citou Coldplay nessa lista e uma análise que adoraria ler da sua parte é sobre a música e o videoclipe de "Viva La Vida". Apesar de parecer batido, se você fixar na letra e pesquisar as interpretações das pessoas, você percebe o quanto ela é rica e digna do sucesso que fez.
    Gostaria muito de ver seus pontos, as curiosidades que te acercaram sobre ela. Me faria muito feliz :)

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    1. Que alegria IMENSA por receber esse comentário! Incríveis são vocês e cada dica a mais que trazem, cada aprofundamento dentro de cada minúcia que elaboro que fazem... Essa troca de intensidades é o que dá sentido para cada partilha e sensação descrita, é o que traz maior evolução. Muito obrigada por esse carinho tão lindo e por alegrar o meu dia com as suas palavras! E, é claro! Atenderei esse pedido com gosto. Adoro a música, a poesia metafórica e maravilhosa que tem e será uma delícia discorrer sobre aqui. Em breve estarei postando, viu? Muito obrigada por trazer esse acréscimo e espero ver muito mais opiniões e dicas suas por aqui! Um super beijo!

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