SOBRE OS ÚLTIMOS FILMES QUE ASSISTI

terça-feira, dezembro 22, 2015


Filmes são, definitivamente, uma das minhas formas favoritas de leitura, vocês sabem. Porém, nos últimos meses, com tantos afazeres, acabei assistindo muito menos do que costumo, até porque meu outro chamego é devorar séries e estou acompanhando várias, e inclusive compartilhando aqui com/para vocês. Então uni os últimos filmes que pude analisar, falando um pouco sobre as mensagens básicas de cada um. Não adorei todos, mas nunca é perda de tempo ter reflexões a mais. Romance, família e amizade em geral, surgem como temáticas em cada um!

  • Lembranças 


Mais um para a minha lista de filmes de estimação. Para mim, o título, praticamente preservado na tradução (oficialmente "Remember Me"), é ideal demais. Pensem nele após o fim. Os olhares finais e o refletir que vai, gradualmente, sendo melhor compreendido, ganhando um desfecho de "tapa na cara", fez com que a estória ficasse semanas na minha cabeça. Não pense que é um filme focado em um romance. Não é focado na construção de apenas um relacionamento, de apenas mensagens sobre trocas a dois. Vai além, vai em diversos tipos de laços, vai nas conexões, nos impactos, na teia. É uma obra sobre imortalidades, sobre como ficamos depois de ir, somente através de quem fica. É uma estória de legados, e como digo: "Legado é algo adquirido e transmitido. Adquirido após transmitido. É a herança que se deixa e o reconhecimento que através dela recebe. É algo deixado para um todo e não só para um. Para um todo através de um. De um através de um todo. De um todo através do que é feito com o todo. Legado é a história criada a partir de uma história, do caminhar dos atos consequentes de outros atos, de uma vida consequente de outras vidas, de uma teia que não finda ao findar. De um pé que deixa recursos para outros pés, porque não parou de andar e porque usou dos sapatos antigos e dos novos para pisar cada vez mais fundo, sem apertar em nenhum as solas". O filme é sobre como nada/ninguém é, por completo, autossuficiente. É sobre como cada ser carrega pedaços de diversos outros consigo e, somando isso à sua essência, descobre e torna-se melhor quem é. É sobre o quanto é necessário que nosso maior foco seja deixar bons atos, pois assim viveremos além. Sobre como a evolução vem das trocas. Sobre como só abrindo as portas é que podemos reclamar do vento que não entra pela janela. São perdas e ganhos que devem ser compartilhados para ganhar multiplicidade e/ou entendimento. São maneiras de ir em frente após as dores mais profundas, por lembrar que ainda tem o que ganhar e receber através das relações. Na obra, O jovem Tyler (Robert Pattinson) é um cara "esquentado", que só se acalma, de fato, quando está perto de sua pequena irmã, Caroline. Mesmo assim, sua relação em família é bastante árdua, ainda mais quando tem que enfrentar seu pai (Pierce Brosnan), que aparenta ser raso quando o assunto é atenção presencial, esforços para manter proximidade. Em uma noite, quando está com seu melhor amigo, Aidan, o protagonista acaba se envolvendo em uma confusão por enxergar o ocorrido que viu como injusto, e os dois são presos pelo rigoroso Sargento Neil Craig (Chris Cooper). O bacana é tentar observar o quanto uma coisa leva até outra, se o passado do Neil não tivesse tido alguns pontos que causaram preconceitos maiores, talvez tudo fosse diferente. Bom, o que ocorre é que, após solto pelo pai pagar sua fiança, o jovem Tyler descobre que o policial é pai de uma das alunas de seu colégio, a bela Ally (Emilie de Ravin). Querendo de alguma forma "se vingar" do oficial, com ideia de chamar a atenção para a injustiça cometida, Tyler toma uma atitude que logo repara ser imatura, e se aproxima cada vez mais da garota, mas os dois acabam se apaixonando. Juntos, eles conseguem enfrentar melhor os problemas e suas relações familiares, compartilhando as profundidades mais penosas que carregam e observando melhor a tentativa de causar menos julgamentos para os casos alheios. O rapaz passa a confiar na nova namorada, o que o torna mais seguro e forte, dentro de tal vulnerabilidade. Porém, muitas ligações irão continuar a invadir outras, e vão nos mostrar de forma densa a comprovação de um certo clichê: de como a vida depende, integralmente, da tentativa de sermos o que gostaríamos que fossem para nós. Ainda que acabemos em certas perdas, porque os ganhos, quando emitidos de tal maneira, ainda que nascidos de aprendizados mais negativos, serão alastrados com evolução. Um ato que achamos que irá interferir somente na nossa vida ou somente na vida de uma pessoa, acaba sempre por tomar proporções que fogem dos alcances, e o melhor eco é aquele que faz do telefone sem fio, uma eterna roda de melhorias. Porque uma roda, sempre será. Algumas dessas mensagens lembram muito certas ideologias encontradas em um dos meus clipes metafóricos favoritos, que é o primeiro que você pode checar (com análise) clicando aqui.

  • O Patriota


O que mais gostei nesse filme foi o fato dele abordar constantemente dois lados dos temas que apresenta. Não é um filme sobre adorar a sua nação e fazer de tudo por ela, sem escrúpulos. Não é um filme de pura propaganda americana. É um roteiro que, para completar o balancear, pode ser visto, claramente, de duas maneiras: a mais metafórica e a literal. Começando pela primeira delas e afirmando de maneira mais simplificada, a guerra estaria representando a luta por objetivos, a maneira de fazer estratégias, de saber aguardar sem ficar totalmente estático, de traçar metas e não abandonar o barco até chegar em um resultado que firme o que deseja de alguma forma, mas sem sacrificar outro ponto de importância. Uma escolha sempre virá com uma renúncia, mas nem sempre precisa ferir outra grande escolha para ser feita, e é preciso procurar por caminhos que protejam a sua maior valia e que ajudem para que seus tesouros em grande quantidade não façam a única pedra original sumir. Mensagens sobre valores percorrem as mensagens em diversos momentos, exibindo que ter princípio é proteger o que ama e acredita ser correto, respeitando a si e ao outro (como fosse a si), não seguir o que dizem ser de valor humano, caso isso fira outro ponto que crê como maior. Pensando na abordagem mais literal, temos mensagens que refletem nas consequências da ambição e, principalmente, de não deixar rastros com a tentativa de boas lembranças. Todos somos seres humanos, juntos. Nós que criamos certas divisórias que poderiam nem existir, e todos da humanidade, inclusos em algo como uma guerra, inclusos em qualquer fator que acabe por machucar outros intencionalmente, acabam, de alguma forma, afetados negativamente por atitudes assim, e esses pontos mais "antiguerras" são apresentados na obra também de diversas maneiras implícitas. Independente das nações, independente das torcidas, sempre existirão inocentes até mesmo dentro dos que não transpassam boas plantações. A solução é ir na raiz dos problemas, estudá-los abrindo a mente para diversos ângulos, e só depois agir, lembrando que sempre existe algum ato, algum meio, de menores negatividades para o próximo, o que sempre será também mais positivo para quem o fizer. Afinal, o que nos ajuda são alianças ou inimigos? O que é a liberdade se cria traumas que prendem as asas? A cada cena desse filme, não cate apenas uma mensagem explícita sobre ser alguém que entende a importância das renúncias, mas observe críticas sociais também. Do que permanece no nosso presente mesmo após tantas feridas para apontar o maior erro humano: esquecer que não é sozinho, e que uma massa de pessoas também não é sozinha, e uma nação inteira também não é sozinha, e nem o nosso mundo é sozinho no universo. E colher bons frutos disso, dependeria apenas de olhar tudo como um todo, e de lembrar que um herói não é exatamente o que faz sacrifícios, mas aquele que acha uma maneira de sacrificar menos as enormes conexões existentes, os terceiros, e que lança para o mundo o que lançaria para si, lembrando que autoconhecimento depende de escolhas, escolhas dependem de prioridades, e prioridades que causam sofrimentos alheios e perdas (ou riscos de perdas) do que mais pesa na sua balança, não são de valor. 

  • Te Amarei Para Sempre


Muito além do que o fator da maior ficção da estória, essa obra é encantadora e repleta de pontos muito mais realísticos do que diversos outros filmes de romance, e eu confesso que não foi a primeira vez que vi nesses dias. No início dos anos 70, Henry DeTamble sofre um acidente de carro com sua mãe, o que resulta na morte dela. Henry sobrevive por viajar no tempo duas semanas antes. Momentos depois, Henry é ajudado por uma versão mais velha dele mesmo, que também havia viajado no tempo. Incapaz de controlar a duração ou os destinos de suas viagens, Henry encontra-se atraído por pessoas significativas, lugares e eventos em sua vida, mas é incapaz de mudar os eventos além das pequenas diferenças que sua presença cria. Dá para observar que muito de destino está incluso, não é? Para quem acredita nesse tópico, o filme é maravilhoso! Na minha crença, existe destino, mas também brechas que nossas escolhas determinam dentro dele, e isso é um ponto abordado no filme, como se pequenos cursos fossem tomados ainda por certas decisões. Em 1991, Henry conhece Clare, que está muito feliz ao vê-lo, embora ele realmente a esteja encontrando pela primeira vez. Clare explica que ela tem encontrado Henry pela maior parte de sua vida e que ele é seu melhor amigo. Eles começam um relacionamento amoroso, que é desafiado pela desordem de Henry. Suas viagens esporádicas complicam a estória ainda mais pelo fato de que ele sempre está completamente nu quando chega a seu destino e, desde jovem, aprendeu a abrir fechaduras e a roubar (sem agressividade e tentando não causar grandes prejuízos alheios) para conseguir roupas e sobreviver em suas inconstâncias (mensagem sobre o meio corrompendo o homem). Entre suas escapadas, ocorrem muitas visitas à jovem Clare. Os desaparecimentos de Henry tornam-se um obstáculo em sua relação e no decorrer da estória vamos acompanhando o desenvolvimento de um relacionamento maduro, de apoio mútuo, de soma, de busca da compreensão quando promessas não são quebradas, de erros superados quando não há omissões, e de diversas mensagens a mais sobre um amor saudável e belo. Gosto de enxergar as viagens do protagonista como uma representação das dificuldades de qualquer casal, em qualquer fase. Inclusive como sendo representação dos defeitos que sempre existirão, e que podem ser levados, caso continue por fazer mais bem do que mal, caso continue a não empatar o crescimento individual de cada um, caso não quebre o sentir que conhece o outro, a intimidade, a lealdade. A importância da linearidade em um laço é outro ponto reflexivo da obra, explicitando que não adianta dizer que "estará sempre ali quando a pessoa precisar" se só aparece nas urgências. Amizade é tentativa de ser parte do cotidiano, porque pequenas urgências ocorrem em horas de dias comuns, e podem depois virar martírios não captados por quem não esteve, achando que era suficiente manter presença quando o alerta máximo apitasse. As mensagens mais realísticas estão presentes o tempo inteiro nos lados implícitos do longa e é maravilhoso de observar. Sim, é um filme para falar e pensar sobre relacionamentos a dois, sobre amizade, sobre amor. É recomendável que pegue os lencinhos, mas principalmente, o raciocínio, para puxar as profundidades encobertas.

  • 300


Ai, que filme bom! Bom demais. 300 é baseado na história em quadrinhos homônima de Frank Miller sobre a Batalha das Termópilas, que por sua vez foi inspirada no filme "Os 300 de Esparta", que abordou um conteúdo real/histórico. É um longa que nos traz mensagens encaixáveis em, basicamente, qualquer âmbito da vida, seja pessoal ou profissional, independente da sua área primordial. Mensagens de liderança não faltam! A maior delas, a todo tempo ratificada é que o melhor rei (e único real tipo) é o que sabe olhar e fazer como rei e servo. Detalhes básicos de persistência, respeito, de foco para objetivos e, principalmente, da preocupação de viver por algo maior, por deixar história, estão mais do que inclusas. Apesar de uma certa frieza exibida pelos espartanos, a obra aproveita isso para mostrar o arrependimento que tal achismo causa. Achismo de pensar que ser forte é não mostrar fraquezas, apesar de exibir que delas vem a maior das forças. A transmissão de que forças e fraquezas estão inclusas uma na outra, permeiam o longa. Por outro lado, a mensagem sobre a importância do autopsicopoliciamento surge como soma. A firmeza de uma mulher que viveu um relacionamento de respeito, de impulsionamentos mútuos, é agregado no decorrer, sem retirar dela os créditos de ser por ser, não por depender de alguém que a fez sagaz, porém explicitando também a evolução obtida por meio do seu amor. Mensagens sobre o sonho de um ser, no mínimo, apoiado pelo outro em um relacionamento, da amizade como ponto básico, da descrição externa, de um cuidar da imagem do outro, são também emitidas. Lembra-me muito um dos meus textos: O amor é elegante. Apesar da guerra, das mortes e das inúmeras cenas que nos fazem pensar nas barbaridades humanas, o filme carrega singelezas do amor, da força da união, do trabalho coletivo e da cegueira causada pelo poder, que caso seja permitida, causa sempre mais tombos do que repousos, além de mais. É uma obra para encaixar em qualquer quesito, com pontos para observar o que discorda, o que permanece como chaga social e para fortalecer valores. Não é simplesmente questão de terra, de disputa, de nação. É para olhar os atos individuais e refletir sobre nossas culpas e ideologias em sociedade e em quatro paredes.

  • O Homem Duplicado 


Pense em um filme que tinha muito potencial para ser melhor. É esse. É um filme metafórico, bastante artístico, que necessita de mentes que captem figuras de linguagem e gostem de interpretar os fatores implícitos. Eu amo tudo isso! Então adorei as jogadas das simbologias. Mas o fato é que poderia ser incrível, e é apenas: interessante. O que me deixa chateada é observar que muita gente diz ser um filme "ruim", por não buscar entender melhor a essência transmitida. Para quem ainda não viu, caso surja o interesse após assistir o trailer, sugiro que assista a obra completa antes de prosseguir lendo essa parte, porque vem spoiler por aí: Ao descobrir o "outro cara", a reação do Antony não é de alguém que estava descobrindo ser "duplicado", por isso não foi uma reação "comum", ali é a mesma pessoa, é um outro lado dele mesmo. Ele sempre soube que existia um alter ego, obviamente, como uma dupla personalidade que ele criou. Tal "segundo eu" dele foi criado para que pudesse fugir das próprias culpas. Culpa de ter uma amante, de mentir para a esposa, de sair da vida frustrante entre o fracasso e a fama ainda desejada. Ele era um ator que estava crescendo e parou de ser chamado para filmes, passou a ser professor para ter dinheiro (a cena, por exemplo, da esposa indo até a faculdade onde ele ensina, é ela conhecendo o local onde ele está trabalhando, e reparando que ele criou um "segundo eu" para suportar aquela vida não desejada. Por isso ela chora nos braços dele depois, dizendo que ele sabe o que está acontecendo). São detalhes e detalhes de metáforas de cena por cena que para explicar, mereceriam uma postagem inteira. Então, para ser mais simples, vou pular para a última questão, aquela que todos indagam e que abre portas para melhores compreensões: a aranha simboliza a esposa dele atormentando a sua mente nos momentos em que ele faz algo que a possa magoar. Na primeira cena, quando ele está no local com várias outras mulheres, aparece uma aranha, ele fica meio atormentado (lembrando da esposa), e então uma das mulheres pisa na aranha! Logo, simbolizando o "esqueça ela agora", e é o que ele faz. No final, ele recebe a chave que simboliza a contínua "tentação", mostrando que ninguém foge do caráter que tem, que pode ter mil outros "eus" ali, mas que os valores nunca vão mudar de um "eu" para o outro, só os gostos que sim. Erramos dentro da própria essência para descobri-la, cometemos falhas para entender o que é mais firme nas nossas decisões, conhecemos situações diversas e vamos lidando com os limites que achamos corretos após entendê-los, mas não obtemos deslizes semelhantes repetidamente para entender quem somos e o que queremos, isso já é questão de não permitir sequer descobrir mais do que vive e deseja. Quem fica em cima do muro por muito tempo, só vive sem nada, até sem si, porque fica tudo pelas metades, enquanto as escolhas devem ser complementos umas para as outras. E essa é a principal mensagem do filme, é sobre essência, sobre tentar mudar  a índole de alguém como se tentasse induzir um novo gosto em um ser humano, e essa comparação contém uma discrepância imensa. Prosseguindo, o protagonista iria continuar errando, traindo, mentindo, mesmo depois de "matar" (simbolicamente de novo) o seu outro eu e a antiga amante. Então, ele encontra a aranha muito maior e assustada, logo, simbolizando que ela reparou o que continuaria a acontecer, e isso o atormentou imensamente. O choque dela em reparar que ele não iria mudar, o causou temor. Mas será que ele seria suficiente para que ele mudasse de vez e parasse de mentir sobre o que a poderia magoar? A pergunta paira pelo ar com uma ponta de certeza que o filme já esclarece no decorrer: não. A aranha se torna cada vez maior e mais atenta, mas o principal "eu" dele, continua vivo.

Estou em uma fase também de rever filmes, de fazer releituras (algo que comentei na postagem dos álbuns incríveis que não lançaram neste ano), e um deles é o Ironias do Amor. É tão incrível pegar obras que você já analisou há tanto tempo e observar os acréscimos que impõe naquilo após novas experiências. Futuramente teremos postagem aqui sobre esses filmes que revi e contarei as diferenças do que achei no passado e no presente.

E quais são os últimos filmes que você assistiu? Qual a impressão que ficou em relação a eles? Não esquece de contar aqui nos comentários! E uma coisa importante: por escolha de vocês, o próximo vídeo do nosso canal será de perguntas que vocês irão fazer e vou responder! Perguntas não sobre mim, não sobre o blog, mas sobre vocês. É uma abertura para conselhos, trocas, para conversarmos mais. Então envie a sua questão para o e-mail: bruntleitores@gmail.com. Vou amar receber suas indagações de vida e refletir com elas e sobre elas!

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13 COMENTÁRIOS

  1. FERNANDA GONÇALVEZ22 de dezembro de 2015 11:55

    Até quando vc fala ''mensagens basicas" la vem vc com o olhar profundo pegando o q a gente nao iria reparar ou pelo menos pegando tudo de uma maneira mais poetica kkkkkk amoooo isso!! Tao bom chegar aqui e ver suas dicas e analises! E to ansiosa pro proximo video, viu?? Vou assistir lembranças, pq ja tinha ouvido falar mas nunca vi e vc me deixou na vontade

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    1. Fico tão feliz por saber que gostou e que vai assistir Lembranças, Nanda! Achei incrível o desenrolar e desfecho do filme. Espero que goste e depois conta aqui o que achou, viu? Vou adorar saber! O próximo vídeo vai vir em breve! Estou aguardando as perguntas de vocês, rs. Um super beijo!

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  2. sabe o que acho fodastico nas suas postagens?? vc nao liga pra nada de 'vou escrever pouco, vou fazer de tal jeito p ter mais publico'. todos os blogs saem largando sinopses jogadas nesse tipo de postagem ou escrevendo coisas rasas e voce nao!!! parabens por quebrar padroes e fazer algo tao mais 'alem do que se ve' sempre

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    1. Que alegria por ler isso, Ivan! Claro que tento ao máximo não dar spoilers, então vários detalhes que dão mais significados, não aparecem assim. Se um dia tiver uma análise para quem já assistiu o determinado filme, ela será de forma mais aprofundada e, provavelmente, com uma postagem para cada um desse tipo (a não ser que dê para resumir, como na postagem dos meus clipes favoritos). Mas a intenção é sempre essa mesmo! De pegar os sentidos das coisas, as sensações, reflexões... Claro que sempre dá para ir além, mas nunca a visão é somente de "jogar uma sinopse". Fico muito feliz que repare isso e que goste assim, porque essa é a ideologia básica do Sem Quases, do que eu sempre quis transmitir pra vocês dentro de quaisquer dicas e/ou informações. Obrigada por esse carinho tão lindo! Espero ler mais opiniões suas por aqui!

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  3. Nossa, se tem um filme que eu amo é: Te Amarei para Sempre. Lembro que fui assistir "sem querer" e descobri uma das melhores estórias do cinema. Sou completamente apaixonada.

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    1. É maravilhoso mesmo, Ca! Sou encantada por esse filme. Ele carrega um peso enorme de mensagens sobre valores em um relacionamento. A ficção maior que o permeia, além de torná-lo mais metafórico, consegue causar uma mesclagem sensacional que não deixa escapar a essência do sentimento de realidade ali contida. É maravilhoso observá-lo mais afundo, não é? Espero que goste de outros da lista também, ou que possa passar a conhecer melhor, caso tenha surgido mais algum interesse. Um super beijo!

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  4. Nossa, se tem um filme que eu amo é: Te Amarei para Sempre. Lembro que fui assistir "sem querer" e descobri uma das melhores estórias do cinema. Sou completamente apaixonada.

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  5. Te Amarei Para Sempre, me interessei nesse filme <3 Feliz natal!

    www.sonhodemargarida.blogspot.com

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    1. Ai, que maravilha por saber que ganhou interesse, Ju. Espero que possa assistir! É maravilhoso. Como eu disse, ele acaba trazendo muitos pontos realísticos firmes, mais até do que diversos dramas sem tanta ficção. Vale super a pena! Obrigada pela boa energia! Um ótimo natal para você também, lindona! Um super beijo.

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  6. Parecem ser ótimos filmes. Desses, eu só assistir Lembranças, e também está na minha lista de "favoritos". Impossível não se apaixonar pela história. Já quis assistir 300, há uns anos, mas fiquei com medo de achar muito "forte" hehe, mas vou assistir. Vou aproveitar minhas férias e assistir esses filmes, você me convenceu a ver todos <3 amei o post e seu blog, tudo muito lindo. Beijos e fique com Deus!

    www.de-vansouza.blogspot.com

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    1. Oi, xará! As mensagens de Lembranças são incríveis, não é? Vai tudo muito além do que se pode imaginar ao ver o trailer ou ler a sinopse, é muito mais profundo, é muito mais amplo! Adoro demais! Que alegria enorme que por saber que é um dos seus favoritos também e que ganhou a vontade de assistir aos outros! 300 é um pouco "forte" sim, rs. Mas as lições que permeiam a história fazem valer! Inclusive para refletir sobre as barbáries humanas. Mas, principalmente, para captar os toques mais afundo, como os que abordam pontos sobre liderança e outros que citei. Espero que possa assistir e gostar! Conta depois aqui o que achou deles, viu? Vou adorar saber mais da sua opinião! E dá um abraço! Ai, amei saber que gostou desse cantinho que também é seu. Volte logo, volte sempre, esteja em casa. E feliz natal!

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  7. Assisti Lembranças recentemente e com certeza o final é o último desfecho que passava pela minha cabeça. Totalmente surpreendente e emocionante. Nos faz pensar em muitas coisas que vão além da vida.
    Beijos, adorei a resenha!
    http://porbrunareinert.blogspot.com.br/

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    1. Ai, nem fala, Bru! Só de lembrar dá aquele aperto que não sei definir exatamente o quanto é maravilhoso e o quanto é doloroso. É tão reflexivo e até intencionalmente metafórico o filme, não é? Fico muito feliz por saber que gostou do pouquinho que escrevi sobre. Ganhei um carinho imenso por essa obra e adorei saber que você conhece, gosta e observou as intensidades dela. Espero que a lista tenha ajudado para que conheça também novas tramas. Um super beijo e espero ver mais das suas opiniões por aqui!

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