O QUE ASSISTIR NOS CINEMAS EM SETEMBRO DE 2017

segunda-feira, setembro 18, 2017


Voltaremos a ter, em cada mês, as informações e as análises prévias dos títulos que vão para as telonas? Sem falta. Setembro veio carregando variados pesos reflexivos em tramas. Muitas críticas sociais e políticas estão marcando presença em formas metafóricas, enquanto não ficam de fora as cinebiografias e as obras que abrangem temáticas sobre processos criativos e artísticos, de maneira a formularem entrelinhas para diversas lições poéticas, com alegorias para inúmeros âmbitos. São longas para conferir nas salas de cinema ou para deixar naquela lista de pendências e caçar depois, afinal, outros filmes, mais antigos, também são indicados no decorrer dos destrinchares. Confira abaixo as análises das reflexões que podem ser esperadas a partir dos pilares de múltiplos dos títulos.

  • Esta é a Sua Morte (Lançamento: 21 de setembro / Dirigido por Giancarlo Esposito / Roteirizado por Noah Pink e Kenny Yakkel)

A trama, que traz críticas em uma obra feita com base metafórica, apresenta Adam Rogers (Josh Duhamel), que é um apresentador de TV com um novo e ousado programa, onde as pessoas são pagas para se matarem ao vivo. Tal iniciativa macabra gera muitos protestos mas também faz bastante sucesso, graças ao fascínio do público em acompanhar a degradação de outras pessoas. O suicídio, que é um assunto delicado, mas que precisa de maior atenção e debate, infelizmente tem crescido no país. Porém, o longa, que chega também para pautar a importância de discussão, utiliza da questão, que fica como mais um ponto de alerta, como metáfora para as mortes não literais (e literais) que ocorrem no cotidiano. Mortes de outros que são sempre nossas, ainda que tratadas como formas de entretenimento e/ou como pautas banais.

O enredo remete a algumas discussões, também trazidas metaforicamente pelo filme Jogos Vorazes, porém, o filme promete outras questões em entrelinhas e formas diferenciadas de abordagem e reflexão. Padrões sociais a serem quebrados, estereótipos a serem desconstruídos, desigualdade social em ascensão e outros pontos são somente alguns dos que, em formas poéticas e agonizantes, ficam como juras para maiores aprofundamentos do título.

Os acontecimentos que deveriam ser os mais chocantes, absurdos e discutidos, tornam-se os mais tratados como triviais e desimportantes; como se a realidade fosse 'isso mesmo', de forma a ser "impossível mudar agora". Deixam de lado que "Se for possível, está feito. Se for impossível, vamos fazê-lo" (Marechal Alexandre Gomes) e que "Sem saber que era impossível, foi lá e fez" (Jean Cocteau). Há uma inversão catastrófica, na qual uma cultura desrespeitosa, sem equidade, é tratada como algo a ser respeitado (sem diálogos, sem discussões) e, ainda, uma notícia de entretenimento ganha um baque maior do que diversos assassinatos e/ou lutas perante desigualdades. Deixando de olhar uns para os outros com respeito (pondo-se no lugar daquele outro ser), deixamos também de olhar os detalhes mais grandiosos da vida, esquecendo que o mais fundo está na superfície, estamos vivendo em uma escuridão em que, em meio ao bombardeamento de informações e a péssima seleção, em geral, do que alastrar, ninguém nota que um pássaro raro passou bem ao lado ou que a lua estava brilhante ao extremo naquela noite.

A crítica do Esta é a Sua Morte surge, portanto, como um debate metafórico diante da disparidade do que hoje é visto como comum e, consequentemente, ignorado, enquanto deveria ser eternamente espantoso, porque só assim passaríamos a ir modificando a "realidade" e lembrando que ela é maleável e feita por atos aglomerados e levados adiante. O problema todo está em confundir realidade com "algo normal", "que tem que ser assim", só porque já é. Quando algo se torna real, a ponto de virar comum, costuma virar banal, e a indústria não-jornalística passa a ser chocante, enquanto fatos espantosos são apenas rotineiros.

As analogias formuladas no longa, portanto, ficam para quesitos como as mortes causadas no programa, que representam, justamente, tal inversão de espantos, tal abatimento de atos para a modificação do que ocorre. Além desses quesitos, o filme traz análise do universo do entretenimento, o qual nos leva a pensar em formas de 'ditaduras de pão e circo'. O filme remete, ainda, a lembretes que podem ser encaixados para quaisquer formas de relacionamentos, e não somente os sociais, como destrinchado no texto A porta para a rua parece a entrada da minha casa, no qual desembaraço: "Aqui, a maldade do mundo me pareceu normal.(...) É neste momento, quando passamos a achar trivial aquilo que consideramos incorreto, que está na hora de ir.(...) Estou batendo a porta e deixando alguns recados na geladeira, alguns tênis para você colocar nos pés e, algumas mochilas para que, quiçá, utilize para plantios. Vou levar aquele jarro belíssimo que deixou no canto da varanda. Afinal, sempre existem desses em todas as casas destroçadas. Mas eles só são esperança e motivo para ficar, quando o mal ainda é ruim, quando migalhas não são aplaudidas, quando quem dá o que não quer receber, ainda é desmerecedor. Quando o que é básico, não vira sinônimo de muito; quando o que seria morada, não vira sinônimo de estranheza. Quando o adeus não vira sinônimo de poder voltar – para casa".

  • Pendular (Estreia: 21 de setembro / Dirigido e roteirizado por Júlia Murat, escrito também por Matias Mariani)

Em Pendular, um jovem casal se instala em um galpão industrial abandonado. Uma faixa laranja, colada ao chão, divide a área em duas porções iguais: à direita, o ateliê de escultura dele; à esquerda, o estúdio de dança dela. A trama acontece neste cenário, onde arte, performances e intimidade se misturam; e onde os personagens perdem lentamente sua capacidade de distinguir entre seus projetos artísticos, seu passado e sua relação afetiva.

"Não existe peito aberto com mente fechada. Não existe mente aberta sem limites combinados" (Vanessa Brunt). O filme discute a noção de que liberdade não existe sem delimitações acordadas, sem diálogo, propostas e 'contratos' a serem sempre repostos na mesa, aprofundados. A lição, que é discutida a partir do relacionamento indicado, traz linhas literais representando os limites, o equilíbrio das prioridades (que devem mudar o que fica nos topos dependendo dos contextos e momentos) e meios de autoconhecimento. Além disso, a noção do que é soma em um laço entre seres humanos, é também posta em pauta. Sonhar o sonho do outro, sem deixar de criticar e buscar ideias que possam impulsionar o objetivo alheio, é um dos pontos de análise.

A narrativa se divide em capítulos que sugerem a lenta degradação do casal, trazendo as possibilidades de relacionamento a partir das entrelinhas poéticas. Arte e amor vão sendo desenvolvidos e conectados, colocando em questão, ainda, o que é, de fato, arte: a verdade e a necessidade de expressão e desabafo de tal honestidade corroída por dentro, que leva a reflexões enquanto vai sendo transformada em vômito (arte). Os conflitos da dançarina, por exemplo, se transmitem nos ensaios, e o escultor passa a modificar seu trabalho em função da crise afetiva.

Em meio a desenlaces sobre a relação, ambos os personagens vão construindo debates sobre criatividade, olhar poético (que é enxergar metáforas, entrelinhas e lições diferenciadas em todos os pontos) e, principalmente, sobre a intensidade que remete ao: "Transbordo em tudo. Fico onde couber" (Vanessa Brunt) e "Quem não se importa em ter metade, já desistiu do inteiro. Quem não se importa em dar metades, nunca visou o inteiro. Quem demora o retorno para o ponto de desespero, já perdeu do outro qualquer paz e deixou o outro com-ciência(como digo em Quem não se importa em ter metade, já desistiu do inteiro).

  • Polícia Federal - A Lei é Para Todos (Lançamento: 7 de setembro / Dirigido por Marcelo Antunez / Roteirizado por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros)

2013. Durante a realização da Operação Bidone, a Polícia Federal apreende, no interior, um caminhão carregado de palmito, que trazia escondido 697 kg de cocaína. A investigação recai na equipe montada por Ivan Romano (Antonio Calloni), seadida em Curitiba e composta também por Beatriz (Flávia Alessandra), Júlio (Bruce Gomlevsky) e Ítalo (Rainer Cadete). As conexões do tráfico os levam ao doleiro Alberto Youssef (Roberto Birindelli) e, posteriormente, ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Roney Facchini), que revela uma imensa estrutura envolvendo construtoras e o governo, de forma a desviar dinheiro público. À medida que a investigação avança, o grupo liderado por Ivan se aproxima cada vez mais de alguns dos políticos mais influentes do país.

O longa, que tem como proposta mostrar pinceladas dos bastidores da Operação Lava Jato, tem recebido críticas sobre as questões partidárias na qual está envolvido. Ainda não conferi a trama, porém, deixo a minha visão, de que a realidade abordada deve ficar acima de quaisquer teores relacionados a preferências políticas. Se um partido ou quaisquer seres cometeram injustiças, alinharam falta de caráter e declínios a mais, independente de quaisquer outros pontos, é o que deve ser colocado no topo da lista. Não tenho uma preferência partidária e vejo as noções de "direita" e "esquerda" cada vez mais embaralhadas na atualidade, com novos pontos de pauta e análises, de forma a levar análises e acordos, da minha posição, para quesitos de ambas as partes. Mas o fato é que a questão não deveria ser focada nessas linhas, mas sim no objetivo do respeito e da verdade.

A frase: "Se você é neutro em situações de injustiça, você está escolhendo o lado do opressor" (Autor Desconhecido) cai como ideal na situação. Não é que outros tópicos não devam ser discutidos, como é o caso da necessidade de tantos dos quesitos voltados para a noção de equidade, que ainda tem fragilidades em leis e afins. Trata-se da união prioritária para investigar e combater o que for errôneo acima dos outros debates.

Existe uma cena, que é uma das minhas favoritas, em uma série que, em breve, estarei indicando aqui. Nela, o personagem faz um questionamento semelhante a: "Se um homem trai a esposa, mas salva milhares de vida em uma guerra por ser honesto sobre algo que descobriu durante a batalha: ele tem um caráter bom ou ruim?". A terapeuta, que é para quem a pergunta é direcionada, coloca a questão da integridade na mesa. Ser íntegro, é ter os mesmos pilares e caráter independente do âmbito. O homem que traiu a esposa, apesar de ter sido honesto na guerra e enxergar isso como algo muito maior, pode destruir diversas vidas com o grau de desonestidade cometido na relação (dependendo dos seus atos, da verdade contada, das escolhas e consequências a mais); não existe anulação.

"O bom pode até ser feito sem ter muita noção do que fez, no entanto, sempre saberá o mínimo que seria feito para anular a sua benignidade. Por conseguinte, a falta de respeito é exatamente o que sabe que não deveria ser feito. É por isso que um erro costuma ser uma morte, uma quebra, um vidro espatifado. E um acerto, em casos de ser o básico ou em comparativos com erros, é só mais um acerto. O reconhecimento mesmo, vem no meio, quando o erro quer nos beijar, deixa na cara ou nas linhas escondidas que ali poderia ser cometido, e sem delongas, pelo simples, pelo bom, pelo que não precisa ser pedido para saber que é o certo, ele é esquivado.(...) Lealdade é responder todas as perguntas, mesmo as mais gratuitas. Não há pergunta ruim, e sim resposta medrosa" (Não é o que parece; Vanessa Brunt).

  • Columbus (Lançamento: 14 de setembro / Dirigido e roteirizado por Kogonada)

"Existe uma rachadura em tudo, é assim que a luz entra" (Leonard Cohen).

Na cidade americana que batiza o filme vivem Casey (Haley Lu Richardson) e a mãe dela. O sonho da moça é se formar em arquitetura, mas ela abdica disso para cuidar da mãe, ex-viciada em metanfetamina. Numa palestra sobre arquitetura, Casey conhece Jin (John Cho), filho de renomado arquiteto sul-coreano que tem um mal súbito durante o evento. A angústia de ter os pais doentes e paixões profissionais, une os dois jovens. O medo do futuro que está por vir e as ligações entre o passado de Casey e Jin acabam interligando as lições das suas respectivas vidas.

 As análises das arquiteturas demonstradas na trama, aparentam trazer traços metafóricos para o filme, no qual os pontos arquitetônicos apresentam as sensações e críticas sociais feitas por Casey, que formula diálogos profundos e discute as obras arquitetônicas do finlandês Eliel Saarinen (1873-1950) e de seu filho Eero (1910-1961), ambos ligados à cidade.

A utilização de espelhos, água e outros objetos e elementos, prometem trazer também metáforas imagéticas, que acompanham as reflexões dos personagens. Os pontos das vidas abdicados de ambos, trazem lições sobre prioridades e, principalmente, deixam a jura das abordagens sobre organização, disciplina e outras mensagens emitidas em Poder Além da Vida. No entanto, a sutileza de detalhes poéticos é o que faz das críticas e lições ainda mais intensas.

Nas linhas mais diretivas estão temáticas como a separação, na qual, a ideia de que o fim precisa demorar para ser fim, está destrinchada. O desvincular de um laço, afinal, precisa analisar para ser fim. Precisar permear o fim para ser fim. Precisa mais do tempo sendo fim, do que do fim para ser fim. O fim de um relacionamento não é fim porque acabou. É fim porque continuou acabando enquanto continuava, enquanto andava pelo fim sem saber se poderia ser recomeço. Fora a isso, os outros tipos de fim, não são finais. São desculpas para chamar a atenção, para conversar o que não teve coragem, ou para mostrar que, quiçá, nunca teve sequer começo, seja por pesos formulados de um lado, ou do outro: culposo por demonstrar que nunca houve lealdade.

Temas como vínculo familiar são utilizados não somente para as reflexões basilares trazidas, mas para a representação de quaisquer fatores que sirvam como obstáculos para outras prioridades, mas que são também prioritários. O equilíbrio entre prioridades, que fazem balança entre relacionamento e autoconhecimento, é encaixado em assuntos como realização profissional, que pode ainda ser visto como representativo de sonhos diversos. Outro ponto a ser observado, porém mais conectado em entrelinhas e metáforas, é a personificação da própria cidade, que pode ser vista como um outro personagem na vida dos protagonistas e/ou como alguém que o próprio telespectador venha a lembrar (encaixando como comparativo na própria vida: de quem está assistindo), fazendo comparativo a diversas formas de relacionamentos, incluindo os abusivos ou outros formatos. Afinal, o sentido aparece para quem busca o dê-pois; a rachadura só serve para fazer luz entrar, para quem olhar pela greta mais afundo.

  • De Volta Pra Casa (Lançamento: 28 de setembro / Dirigido e roteirizado por Hallie Meyers-Shyer)

Depois de uma separação dolorosa, Alice Kinney (Reese Witherspoon) decide começar uma nova vida com as duas filhas em Los Angeles, a sua cidade natal. Tudo parece estar entrando nos eixos, até ela conhecer Teddy, Zoey e Harry, três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Alice permite que os rapazes permaneçam em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações bastante inesperadas e laços fortes vão se formulando. Enquanto a cabeça da protagonista está confusa e entregue a novas emoções, o inesperado acontece: Austen, o ex-marido arrependido, bate-lhe à porta, decidido a reconquistá-la.

De Volta Pra Casa deixa a promessa de permear reflexões sobre família e amizade como aspectos prioritários, os quais ganham proximidade com os pontos de lições obtidos no filme Estão Todos Bem. O pai que não é presente, e que acredita que marcar corpo e atenção nas urgências é a principal forma de demonstrar amor, é um dos exemplos que trazem os fundamentos reflexivos. Afinal, como já destrinchei na análise do outro filme indicado aqui no parágrafo: nada supre o conforto da intimidade, e não é só o tempo que a constrói, é a permanência. Asa sem existência de casulo, pesa. E sempre há algo de urgente ocorrendo, todos os dias, em todas as vidas, ainda que venha mascarado com simplicidade e sensação de não necessidade de um compartilhamento fervoroso. Quem não vai até o pote, nunca poderá ver o cisco que impregnou nele, e se a atenção for dada somente quando ele estiver quebrado no chão, grudá-lo, ainda assim, pode não ser forma de limpar o cisco de lá.

Desconstruções sobre o tópico da maturidade também são agregadas, comprovando que ela depende muito mais do olhar de quem viveu e da busca que comprova que é quando a vida dá uns nós que cruzam os porquês, do que da experiência em si, ainda que a tal não seja excluída como fator de importância. O ponto em questão ainda traz a comprovação do quanto a sensibilidade e a imaginação são teores de maior relevância do que as sabedorias históricas. O quesito é abordado a partir da relação que os três garotos passam a construir com os filhos de Alice e a família em geral, trazendo críticas que abrangem o conceito de família, quebrando a noção encaixotada e padronizada que a sociedade, em geral, ainda recobra. De tal forma, reflexões sobre feminismo e sobre diversas das lutas por respeito, ficam enlaçadas nas entrelinhas da trama. Além disso, o enredo ainda aborda o relacionamento a dois entre pessoas de faixas etárias diferenciadas, trazendo o assunto como mais um ponto que está enlaçado na noção de sentimento, respeito e caráter acima de preconceitos.

A protagonista parece ratificar a frase "Os fracos se vingam. Os fortes se protegem" (Augusto Cury), já que não deixa de lembrar que maturidade é não desistir de sentir, porém, apesar de ir até as últimas gotas nas histórias, lembrando ainda que os mais vivos são os afogados, Alice corta casos que mostram que estão indo para uma terceira chance. Questões assim são fincadas no relacionamento com o ex-marido da personagem, que não deixa de enxergar os ganhos das perdas, e acaba deixando a jura de ser inspiradora justamente por tal fator, além do ponto de caçar autoconhecimento e força a partir de tal "lema".

Apesar dos possíveis pontos clichês, portanto, o filme, que é da mesma roteirista do longa O Amor Não Tira Férias, promete trazer, de forma leve, porém com pesos nas entrelinhas, reflexões que elevam amor-próprio, ratificando o quanto ele não existe com profundidade perante quem não sabe lembrar de ser entrega e crescer a partir dos riscos de sentir e construir nós.

  • Exodus: De Onde Eu Vim Não Existe Mais (Lançamento: 28 de setembro / Dirigido por Hank Levine)

Acompanhando as jornadas de seis refugiados, Napuli, Tarcha, Bruno, Dana, Nizar e Lahtow, o documentário Exodus, que conta com narração de Wagner Moura, é uma observação sobre o estado do mundo frente à crise dos refugiados que se espalhou por todo o planeta, visto que cada vez mais pessoas deixam seus lares para fugirem de motivos diversos como guerras e epidemias, buscando um porto seguro para recomeçar suas vidas.

Com linguagem poética e filosófica, a partir de um olhar observador e repletos de sinestesias em longos planos, a obra humaniza a questão da imigração  e traz crítica sobre como a atuação de diversos países em relação ao tema tem sido economicista, xenófoba e excludente.

É possível enxergar o projeto de forma ainda mais poética ao visualizar os personagens propostos como representativos não somente dos refugiados, mas de todos os excluídos socialmente de alguma maneira; encaixando desde as crianças e adolescentes que sofrem por padrões sociais e estereótipos, até os marginalizados por situações financeiras e outros meios preconceituosos, que causam bloqueios para a entrada e ascensão de novos talentos e vozes na sociedade. Entra também, como possibilidade de analogia, a crítica para a indústria cultural da atualidade, cada vez mais mercantilista e sem equilíbrios de espaços mais justos para artista sem condições econômicas prévias e/ou um grande público que garanta vendas de forma anterior ao produto final. 

O documentário busca garantir essa inicialização de vozes, para que os protagonistas possam contar as suas experiências, seus pensamentos e sentimentos. O projeto filma homens e mulheres, jovens e idosos, das mais distintas religiões e etnias, para traçar um mosaico global da exclusão. Os entrevistados fornecem informações sobre as falhas no sistema de asilo internacional, as dificuldades de inserção cultural, o descaso dos governos locais, entre outros pontos críticos. Ao mesmo tempo, imaginam soluções distintas e, algumas, que remetem a demais críticas, como o machismo ainda impregnado mundialmente e outras formas de julgamentos marcados por preconceitos estereotipados.

Algumas críticas afirmam que o projeto constitui uma boa reportagem de sensibilização ao tema, mas que serve apenas como espécie de olhar introdutório para se buscar, em outros materiais, mais informações sobre a questão dos refugiados. Seja da forma que for, quaisquer produtos deixam brechas para maiores aprofundamentos e visões que enxerguem além, o que depende dos encaixes alheios e das disseminações propostas pelos telespectadores para maiores criticidades. O ponto de peso é que as visões ponderadas pelos humanos em questão, prometem utilizar o tema para ir além dele, e para utilizá-lo como representação de tamanhas e demais questões.

  • A Garota do Armário (Lançamento: 21 de setembro / Dirigido e roteirizado por Marc Fitoussi)

A Garota do Armário nos apresenta a uma jovem de quatorze anos de idade, que tem que experimentar trabalhar por uma semana como parte de um projeto escolar. Por isso, sua mãe arranja um estágio para a menina na companhia de seguros, onde trabalha como executiva júnior. Porém, enquanto reorganiza um armário de armazenamento, a jovem descobre alguns segredos desagradáveis que a empresa mantém escondido e que podem envolver sua mãe.

A trama traz críticas mais literais ao sistemas burocráticos, que ganham fortes conexões com quesitos brasileiros. Além do ponto, o título ainda aborda injustiças que ocorrem por ganância e pelos sistemas empresariais de diversos países, os quais negligenciam situações e suportes às outras vidas, por conexões de interesses financeiros e afins. Dentro dessas questões, é que a protagonista desenvolve pesquisas e resolve mudar o destino de um dos casos que acompanhou como ignorado, afinal, "Band-aids não curam buracos de balas" (Taylor Swift).

Nos quesitos mais poéticos, a trama deixa a promessa de trazer lições fundamentais sobre amizade. O ponto fica visível em abordagens como a que agrega o fato de que a comprovação de um laço é feita na entrega e permanência, mesmo que em fases de vida diferentes. As reflexões ainda são formuladas a partir da reação da filha perante o que considera errôneo nos atos da mãe: indagando, dialogando e fazendo, por si, o que considera correto. Não é possível saber, sem antes assistir, se a garota avisa para a mãe sobre os atos que cometerá e, caso os faça sem uma conversa prévia e eles carreguem consequências para a vida da adulta, será um caso a ser servido como crítica ao que não seria correto dentro da temática; ainda que não haja erro em tomar as atitudes que a garota aparenta tomar, visando justiça.

  • Até Nunca Mais (Lançamento: 7 de setembro de 2017 / Dirigido e roteirizado por Benoît Jacquot, escrito também por Julia Roy

Até Nunca Mais é uma adaptação de uma das obras do autor Don DeLillo, a qual tem nome de Body Artist. Na trama, Jacques Rey (Mathieu Amalric) e Laura (Julia Roy) formam um casal conectado pela arte. Ambos moram, juntos, em uma grande casa isolada pelo mar. Ele é um cineasta e ela atua em performances que cria. Rey morre. Sem saber a causa da morte, Laura fica sozinha na casa e, aos poucos vai se perdendo de si. Porém, alguém está na casa, Rey, seu marido falecido que está lá por e para ela, como um longo sonho que quer que ela sobreviva.

Com as referências psicanalíticas do autor original, Laura utiliza o seu método artístico para mimetizar os movimentos, gestos e outros fatores do amado, como um método freudiano enviusado em "mitologia" de Mary Shelley. Não existe um cadáver, uma entidade física onde uma vida pode ser devolvida de forma lazariana, abundam sim, as memórias, e a força destas que são armas de apelo da protagonistas.

Além dos aprofundamentos psicológicos mais teóricos contemplados, é possível fazer imersão na obra de forma a observar os atos de Laura como lições e críticas sobre as tentativas humanas de 'controle da mente'. As ferramentas de coaching, por exemplo, são meios para que haja um mergulho no autoconhecimento, de forma a buscar maior organização, disciplina e fins que (e)levem o objetivo visado. No longa, o estudo das formas com que a personagem conduz as memórias e as tentativas de uma aproximação para com o seu enfoque, é uma forma de analisar conduções mentais e refletir sobre organizações diárias, o traçado das metas e outras angulações que fazem com que o enredo abordado, sirva, acima de tudo, como meio de autocrítica para o telespectador e ferramenta representativa para análise dos entornos através de alegorias.

  • O Jantar (Lançamento: 7 de setembro / Dirigido e roteirizado por Oren Moverman)

Em O Jantar, dois casais se encontram em um elegante restaurante de Amsterdã. Enquanto a comida vai e vem, eles começam a conversar, passando por banalidades da vida até assuntos mais complicados. A discussão chega ao seu limite quando falam sobre seus filhos adolescentes, dois rapazes que estão envolvidos em uma complicada investigação policial.

No decorrer da discussão, os personagens explicitam suas visões de mundo e condições emocionais. Há inversões de expectativas: quem tem interesses políticos em jogo analisa a questão de modo mais maduro; em contrapartida, quem até então parecia mais sensato dá vazão a um discurso reacionário. Ou seja, o longa quebra estereótipos. Nele, temas como a deformação de valores da juventude e a hierarquia nas relações conjugais, discutindo sobre relacionamentos abusivos, são abordados.

A trama ainda abrange sobre hipocrisia política, racismo e reflexões sobre uma geração passar seu conceito de ética e moral para outra. Algumas críticas indicam que o filme, no entanto, mostra conceitos superficiais, como é o caso da noção de que 'pais conturbados, geram filhos conturbados', o que não é fato ou real motivo de quebra de índole. Porém, tal ponto em questão, pode ser abordado, justamente, como proposta para que o tema seja visto de forma inversa. Resta conferir para analisar. O fato é que, pelas propostas dos diálogos e das entrelinhas, que deixam juras de surgimento, principalmente, em teores poéticos imagéticos, O Jantar parece fazer metáfora em seu próprio título, com ideias que agregam interesses sociais, servindo como mesa para alegorizar os jogos, as críticas e as matanças metafóricas feitas no cotidiano.

  • Rodin (Lançamento: 21 de setembro / Dirigido e roteirizado por Jacques Doillon)

"Você pode reclamar, porque rosas têm espinhos, ou pode se alegrar, porque espinhos têm rosas" (Zig Ziglar). Esta frase parece ser cabível como resumo de diversas entrelinhas da história de Rodin que, transformada em cinebiografia, ainda não ganhou trailer completo legendado. Na trama, em 1880, o escultor Auguste Rodin (Vincent Lindon) já é bastante conhecido, mas nunca conseguiu nenhuma encomenta do Estado. Esta oportunidade chega aos 40 anos de idade, com a escultura "La Porte de l'Enfer". Enquanto trabalha, ao lado da esposa Rose Beuret (Séverine Caneele), Rodin comete um ato de traição, o que gera consequências para as sua reflexões e para a sua arte.

O ponto da traição, que deixa as minhas dúvidas sobre os valores da trama em altas cargas, pode servir, justamente, como a noção das consequências ocorridas da falta de caráter. Porém, apesar dos riscos em tal quesito, o fato é que Rodin serve de inspiração em fatores grandiosos, como pela ousadia que tinha ao quebrar o que era, até então, considerado como padrão, como 'única forma correta de fazer o requerido'. Com isto, a história de Rodin ganha entrelinhas que podem representar as necessárias e discutidas quebras de padrões atuais (em diversas vertentes e âmbitos), abrindo ainda espaço para inspirações empreendedoras e afins, além de fazer conexões com reflexões de frases como: "Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ela vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido" (Einstein).

  • 2:22 – Encontro Marcado (Lançamento: 7 de setembro / Dirigido por Paul Currie / Roteirizado por Todd Stein e Nathan Parker)

Dylan Branson (Michiel Huisman) é um homem que tem a sua vida permanentemente mudada quando uma série de eventos se repete exatamente no mesmo horário todos os dias, às 2:22 da tarde. Quando Dylan se apaixona por Sarah (Teresa Palmer), uma jovem mulher que tem sua vida ameaçada pelos eventos ocorridos, ele deve resolver o mistério que o cerca para preservar o amor que a vida lhe ofereceu como uma segunda chance. Inicialmente, ao fazer uma primeira análise prévia, a proposta da trama fez com que viessem lembranças que remetem ao filme Presságio, porém, as reflexões propostas podem ter angulações bastante diferenciadas.

O longa passeia na noção de efeito borboleta, que carrega a tese do quanto um ato próprio, sempre afeta mais vidas e situações do que as imaginadas.  Além de tal fator, a obra ainda caminha em reflexões sobre foco em relação a determinado objetivo, sobre legado. Afinal, não é a sua cicatriz que importa, é o que você foi capaz de promover depois dela. E é com base em tal linha de raciocínio, que a obra deixa a promessa de caminhar.

O enredo e os desenlaces, que contam com tragédias que, no fundo, vêm por consequências de uma conjunção de atitudes alheias, podem servir como metáforas para cenas e decorrências cotidianas, além do encaixe para críticas sociais de guerras civis que sempre acabam estando presentes. A noção, portanto, do quanto a força de uma só atitude já um começo grandioso para uma mudança, para ser exemplo e para ter sim, fortes impactos, fica em constância; além da abordagem de 'teia', do quanto viemos sozinhos para estarmos juntos, que também ganha força com as temáticas.

Outro ponto de importância que o longa deixa a jura de abordar, é a discussão sobre as crenças e esperanças em um relacionamento, sobre o que é fundamental para uma relação saudável, para que haja entrega. As discussões entre o casal e a possível falta de tentativa de Sarah para mergulhar no que Dylan acredita como missão, pode servir como base para representação e balanceamento conectados a casais que não impulsionam a vida profissional um do outro ou que esquece que "O que destrói as coisas não é a rotina, é a falta de curiosidade" (Capinejar).

Porém, apesar dos possíveis pontos positivos a serem visados, as críticas negativas chegaram em peso para Encontro Marcado. Todas as que já conferi, citaram a forma como a trama pouco é desenvolvida, além da maneira rasa como os personagens são explorados. Se for o caso, será que a profundidade não está, justamente, em enxergar cada ponto como uma sequência de pedaços metafóricos e críticos? Não é possível julgar tais pontos previamente, mas é fato que, talvez, quem enxergou a trama de forma totalmente literal, não tenha sentido os tons reflexivos que ela pode trazer. E, se for o caso da superficialidade e do empacar da estória, é bom conferir para tentar as entrelinhas e, quiçá, criar para si, uma reflexão a mais (por conta própria, ainda que o longa não tanto formule).

  • Detroid: Em Rebelião (Lançamento: 7 de setembro / Dirigido por Kathryn Bigelow / Roteirizado por Mark Boal)

Nada é clichê quando, nos atos, não é também; quando ainda é necessário que seja compreendido, quando as lutas e as repetições são fundamentais para que, um dia, possam já não ser em mesma instância. É com base nessa linha de pensamento que surge Detroid. A trama mostra uma operação policial sem planejamento, que originou uma rebelião civil, gerando uma devastadora revolta popular que tomou conta da cidade de Detroit ao longo de cinco dias em 1967. A história verídica resultou em uma batalha campal e deixou um saldo de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados.

O documentário cinematográfico aborda temáticas de importância, que se alargam e/ou existem na atualidade de forma maquiada em tantos âmbitos. A obra, figurada em época de opressão e racismo agravado, abrange o quanto o antigo e atual precisam de compreensões/conexões para que haja evolução. A trama, que aborda ainda as consequências de um pequeno ato, demonstrando o quanto nenhum é pequeno como se imagina, vai passear pelos preconceitos e representar muito do que prossegue em decorrência cotidiana. Com a violência física, sexual e psicológica, a partir da manifestação dos estereótipos perpetuados pela polícia de Detroit, é possível ainda pensar no machismo e em outros temas de desrespeito, falta de equidade e afins.

A polícia norte-americana (invoca-se muito o "law and order") porta-se como qualquer grupo que vê algo retirado por um outro: reacionário, desinformado. Tal como hoje, atiram-se e abatem-se alvos claramente desarmados. O sistema continua a oprimir diversos, por vestígios passados e errôneos, e a beneficiar uma pequena classe. A cultura do medo continua de boa saúde. É possível, ainda, com tal embasamento, navegar pela noção do respeito que pedem para leis e culturas que podem, no entanto, conter brechas para a falta de direito equivalentes, o que leva à necessidade de lutas por melhorias, que acabam sendo abafadas pelo que é dito como correto ou como o que deve ser respeitado apenas por ser a forma com que hoje ocorre para tantos. 

O filme pode retratar Detroit como personagem, ainda hoje uma das cidades mais violenta dos EUA e que continua nos braços com problemas de renda social e pobreza, como grande representação também brasileira, e que nos remete a quaisquer injustiçados e passíveis de preconceitos por implantações culturais. Sem uma figura principal, o filme segue com várias histórias individuais que podem trazer reflexões e entrelinhas à parte. E não que seja tão fundamental, já que sejam positivas ou negativas, críticas não devem basear julgamentos prévios (mas são válidas em leituras pela chance de nos abrirem olhos para as nossas próprias visões de demais detalhes), mas a trama, com 39 críticas computadas até o momento, tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O fato é que a trama nos deixa com o lembrete de que: "A dor faz parte de tudo. O que não faz parte é se acomodar com ela" (Vanessa Brunt).

Outros filmes prometidos para o mês de outubro são: 

• Documentário: The Paris Opera (28 de setembro) – Fiquei louca com este! Entrelinhas intensas parecem surgir, fazendo da arte, metáfora para diversos âmbitos de testes e provas da vida. Estou aguardando para conferir e analisar mais profundamente por aqui. O documentário retrata o período de um ano em que a diretora Stéphane Bron passou observando a rotina agitada e os bastidores da preparação de músicos, dançarinos, técnicos e da parte administrativa da famosa Ópera de Paris. Ensaios de grandes espetáculos e a revelação de grandes jovens músicos dão o tom da produção.

• Drama: A Palavra (28 de setembro) – Histórias bíblicas atualizadas para o mundo contemporâneo, com personagens do Antigo Testamento envolvidos em dilemas do Brasil de hoje.

• Documentário: A Gente (14 de setembro) – O diretor Aly Muritiba trabalhou por sete anos em uma prisão como integrante da Equipe Alfa. Ele retorna, como cineasta, ao seu antigo local de trabalho para documentar a rotina dos 28 homens e mulheres, que integram a Equipe Alfa, responsável pela custódia de mais de mil criminosos de uma penitenciária brasileira.

• Suspense: O Sequestro (21 de setembro)  A trama traz um alerta de importância social, a partir da situação de uma mulher (Halle Barry), que tem seu filho sequestrado em um parque infantil, não confia no trabalho da polícia (com críticas aos sistemas burocráticos e pouca humanização em alguns casos) e embarca numa corrida contra o tempo para salvá-lo antes que seja tarde demais.

• Drama: Em Defesa de Cristo (14 de setembro) – Lee Strobel é um jornalista que está exatamente onde queria na sua carreira: no topo. Após ganhar um prêmio por um relatório investigativo, ele foi promovido no Chicago Tribune. Em casa, a situação é diferente. Leslie, sua esposa, começou a ter fé em Cristo, indo contra suas crenças, já que é um ateu declarado. Para salvar seu casamento, Lee utiliza sua experiência jornalística e legal para iniciar uma busca a fim de contestar as reivindicações do Cristianismo. Perseguindo a maior história da sua carreira, ele se defronta com resultados inesperados que podem mudar o que ele acreditar ser a verdade.

• Biografia: Pelé: O Nascimento de uma Lenda (Lançamento: 7 de setembro) – A história de Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, de sua infância na cidade mineira de Três Corações até a consagração ao ganhar a Copa do Mundo de 1958 pelo Brasil, com apenas 17 anos. Bom lembrar que "nenhum pássaro voa olhando para as próprias asas" (Carpinejar). É bacana conferir também esta crítica aqui.

• Biografia/Policial: Feito na América (14 de setembro)  – Durante a década de 1980, Barry Seal (Tom Cruise), um piloto oportunista da Trans World Airlines, é inesperadamente recrutado pela CIA para realizar uma das maiores operações secretas da história dos Estados Unidos.

• Comédia dramática: Amor Paris Cinema (setembro, sem data confirmada) – Arnaud (Arnaud Viard), cineasta de 45 anos, planeja finalmente realizar o seu segundo filme. Porém, faltam ideias para tal: nenhum dos temas que ele pensou agradaram seu produtor. Enquanto isso, ele também almeja ter um filho com Chloe (Irène Jacob), a mulher de sua vida, mas com ela as coisas não andam. Decidido a mudar de vida, se separa dela e se torna professor em Florent, onde mudará de vida ao conhecer Gabrielle (Louise Coldefy).

• Suspense: Mãe (21 de setembro) – Um casal tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência acabando com a tranquilidade reinante.

• Comédia: Divórcio (21 de setembro) – O casal Noeli (Camila Morgado) e Júlio (Murilo Benício) leva uma vida humilde, até que os dois ficam ricos depois de criar um molho de tomate que virou sucesso nacional. Com o passar dos anos os dois vão se distanciando e um incidente é a gota d'água para a separação. Enquanto vão em busca do melhor advogado para defender o patrimônio, os dois se envolvem num processo de divórcio complicado. Lembrou-me do curta Separação, que está nos 15 vídeos, incluindo curtas-metragens, para refletir.

• Drama: Uma Mulher Fantástica (7 de setembro) – Marina (Daniela Vega) é uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. O problema é que, após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total.

• Comédia dramática: Glory (14 de setembro)  – Tsanko Petrov encontrou uma grande quantia de dinheiro nos trilhos do trem, onde trabalha, e decidiu entregar tudo à polícia. Como recompensa, recebe um novo relógio de pulso, que logo para de funcionar. O problema é que Julia Staikova, chefe do departamento de relações públicas do Ministério dos Transportes, perdeu o antigo relógio de Petrov, fazendo com que ele inicie uma busca desenfreada pelo objeto.

• Comédia: Duas de Mim (28 de setembro) – Suellen (Thalita Carauta) é uma cozinheira que trabalha duro para manter sozinha o filho pequeno, a irmã mais nova e a mãe. Um dia, seus sonhos viram realidade: ela se divide em duas. Sua cópia, idêntica fisicamente, tem claras diferenças de personalidade, sendo muito mais extrovertida e corajosa. A ideia seria dividir as tarefas com a comparsa, mas logo Suellen percebe que sua sósia tem planos próprios.

• Comédia dramática: Lola Pater (7 de setembro) – Após enterrar sua mãe falecida, o jovem Zino, de 27 anos, descobriu um grande mistério sobre seu passado. Filho de imigrantes argelinos, ele sempre acreditou que seu pai, Farid, quem não vê há 20 anos, abandonou ele e sua mãe e voltou para a Argélia. Agora, inesperadamente, ele recebe a notícia de que o pai nunca voltou para o seu país natal e, para completar, nunca se divorciou da mãe.

• Ação: O Assassino: O Primeiro Alvo (21 de setembro) – Stan Hurley (Michael Keaton), veterano da Guerra Fria, recebe sua tarefa mais complexa enquanto agente de treinamento da CIA quando o seu superior ordena que Hurley treine um ex-soldado das forças especiais, cujo estado psicológico está devastado após a morte de sua noiva.

• Drama: Deserto (14 de setembro)  Um grupo de artistas embarca em uma viagem apresentando um espetáculo por todo o sertão brasileiro. Mas, cansada da vida de nômade, a trupe decide se instalar em uma pequena cidade abandonada, e ali fundar a sua própria comunidade. Eles experimentam pela primeira vez uma outra forma de estar na sociedade, mas para que consigam conviver em harmonia, essas pessoas terão que enfrentar os desafios de viver um novo estilo de vida.

• Animação: Lino (7 de setembro) – Lino trabalha como animador de festas, mas não aguenta mais ter que suportar todos os maus tratos feitos pelas crianças, que zombam dele por trabalhar com uma ridícula fantasia de gato gigante. Determinado a mudar sua vida, ele contrata os serviços de um feiticeiro, mas, inesperadamente, a magia acaba sendo um tiro no pé e Lino se transforma justamente em um felino enorme.

• Animação: O Que Será de Nozes 2 (14 de setembro) – A aventuras de Surly e seus amigos, Buddy, Andie e Precious continuam. Eles descobrem que o prefeito de Oakton está planejando construir um parque de diversões gigante no Liberty Park, o que vai acabar com o lugar onde eles moram. A turma agora precisa se unir para salvar sua casa e derrotar o prefeito.

• Ação/Comédia: Kigsman: O Círculo Dourado (28 de setembro)  Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos em busca da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato.

 Drama: As Duas Irenes (14 de setembro) – Irene (Priscila Bittencourt) é a filha do meio de uma família tradicional do interior, que um dia descobre que o pai (Marco Ricca) tem uma filha fora do casamento, também chamada Irene (Isabela Torres) e da mesma idade que ela. Revoltada com a descoberta, Irene passa a se aproximar de sua meio-irmã e da mãe dela, sem revelar sua identidade. É o início de uma cumplicidade entre elas, que passa também pela descoberta da sexualidade.

• Drama: Quando se tem 17 anos (28 de setembro)  Com reflexões críticas sobre preconceitos, a trama gira em torno de Damien, que é filho de um soldado e mora em um quartel francês junto com a mãe e um médico, enquanto o pai foi enviado para a África Central. Damien é homossexual e não se dá bem com um outro garoto do colégio, Tom, cuja mãe está doente. A violência entre os dois aumenta quando a mãe de Damien decide acolher Tom em sua casa.

• Animação: LEGO Ninjago (28 de setembro)  Durante o dia, Nya, Cole, Jay, Zane, Kai e Lloyd são adolescentes comuns, enfrentando os problemas na escola. Mas à noite eles se tornam ninjas, defendendo a sua ilha natal, Ninjago. Quando Garmadon ataca a cidade com monstros, Lloyd descobre que seu adversário é ninguém menos que o próprio pai.

• Terror: Amitivily: O despertar (14 de setembro) – Belle (Bella Thorne) se muda com seus irmãos e sua mãe, Joan (Jennifer Jason Leigh), para uma nova casa. Mas, quando coisas estranhas começam a acontecer, Belle suspeita que sua mãe esteja escondendo algo importante, e logo percebe que eles estão morando na infame casa de Amityville.

• Terror: It - A Coisa (7 de setembro) – Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

• Terror: Sono Mortal (21 de setembro) – Kate Bowman (Jocelin Donahue) é uma assistente social que está investigando uma misteriosa série de casos em que as pessoas morreram enquanto dormiam. Pouco antes das mortes, as vítimas relataram que uma força sobrenatural apareceu enquanto sofrem paralisia do sono. A medida que se aprofunda no caso, Kate abre espaço para a fúria da criatura, fazendo com ela e sua família sofram com um antigo mal.

• Terror: Morte Instantânea (28 de setembro) – Bird Fitcher (Madelaine Petsch) é uma adolescente tímida do Ensino Médio que pode contar nos dedos aqueles que pode chamar de amigo. Mas o que ela não imaginava era que, após encontrar uma câmera Polaroid amaldiçoada, sua vida seria transformada para sempre: estranhamente, todos que aparecem em alguma foto tirada pelo dispositivo têm um fim trágico e violento.

Além dos novos títulos, ainda estão em cartaz alguns longas do mês passado, como o fim da trilogia Planeta dos Macacos e Como Nossos Pais.

Atenção! As datas previstas podem ser modificadas por algum imprevisto e, geralmente, quando isso ocorre, a trama é lançada no mês seguinte.

Mais um adendo básico que fica é sobre o fato de que um gênero definido para um filme não é embasamento para limitações. Um romance pode ter um enfoque muito maior em autoconhecimento, uma comédia pode ter linhas mais reflexivas que acabem inclinando para o drama e assim por diante. Acima, foram colocados os estilos indicados apenas para uma noção primária que não deve ser confundida com base total.

E então, estava aguardando alguma das obras há muito tempo? Qual das tramas mais chamou a sua atenção? Quais reflexões acrescentaria sobre os pontos já abordados? Não deixe de emitir as suas opiniões e dicas nos comentários.

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40 COMENTÁRIOS

  1. MARIA CLARA PILLONI18 de setembro de 2017 09:31

    O que eu mais adoro é que você sempre nos mostra poesia em tudo, nos traz reflexões que não teríamos em canto nenhum, traz aquilo que a gente não consegue enxergar. Em postagens assim você sempre traz todos os filmes, de vários países diferentes, de vários estilos, sem preconceitos e com mais arte. Você nos deixa uma gama de opções maravilhosas e já nos faz ir pros filmes com outros olhares. Isso é lindo!

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  2. Quantas frases geniais (suas e de outros autores) dentro de cada análise e quanta análise f*da!

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  3. Oi, Van! Quanta coisa que eu nem sabia que ia sair! To doida pra ver It, Kingsman e Mãe. :D

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  4. Eu tava completamente por fora, quanta coisa bacana que vai lançar, super completo teu post <3


    Beijos
    Brilho de Aluguel

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  5. Uau uma seleção de filmes incríveis e marcantes. Nem sei qual começar a assistir.

    Beijos
    http://www.pimentadeacucar.com

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  6. Wow, que lista!!
    Eu nao conhecia nenhum desses titulos e fiquei interessada em ver muita coisa. Vou salvar aqui pra não esquecer de ir conferindo. Adorei!
    :)

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  7. Olá Vanessa, bom dia!
    Passei p/agradecer a sua visitinha e me apaixonei pelo seu blog. Amei todas as dicas e já separei algumas p/serem vistas ainda em setembro.
    Bjsss e ótima semana vcs

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  8. quanta indicação bacana hein! confesso que estava bem por fora de tanto lançamento e adorei me atualizar por aqui

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  9. Nossa, quantos filmes legais vão estrear !
    É ótimo saber, assim posso até fazer uma lista rsrs
    beijinhos
    Blog Entre Garotas

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  10. Vai sair muitos filmes bons que eu nem estava ciente.
    Columbos parece ser uma boa pedida! E 2:22 também!
    Gostei da sua lista e a descrição de cada um deles.

    Beijos
    http://orangelily.com.br/

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  11. Muita coisa boa estreando, vontade de assistir tudoooo!!! <3
    Beijos

    http://amandainacio.com.br

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  12. Que saudade de ir no cinema!
    Quero assistir quase todos! hehehehe...
    Espero que a maioria estreie por aqui.
    Beijo

    http://www.lalaismerim.com.br

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  13. Amei as sugestões minha flor Xeruh!

    www.kleidenaira.com.br

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  14. Olá, Vanessa.
    Eu não sou muito de assistir filmes, principalmente se for no cinema hehe. De todos acho que teria interessem e ver os de terror. Mãe e Amitivylle me interessam.

    Prefácio

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  15. Oi Vanessa, muita coisa interessante esse mês. Eu assisti e amei Columbus, recomendo demais. Um filme sensível, com temas importantes e atuações bacanas. Assisti também o Essa é a sua Morte, resenha em breve no blog. ;)

    Beijo, beijo :*

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  16. quanta dica boa!! não imaginava que tinham taaaaaaaaaaaantos filmes para estrear esse mês.
    vou assistir aos trailers com calma agora.
    :)

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  17. Quero assistir De volta pra casa

    Beijos,
    www.thalitamaia.com

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  18. Com certeza vou ver Columbus, De volta pra casa, Mãe e A garota do Armário! <3

    Amei a sua seleção, sua linda! Obrigada!

    blogdeclara.com

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  19. adorei as indicações e com certeza alguns deles (alô, "esta é a sua morte - show"?) vão entrar na minha lista!

    www.ateoriadetodasascoisas.com.br

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  20. Oi Vanessa!
    Quanto tempo eu não passava por aqui, saudades!
    Eu adoro esse tipo de post falando de cada filme que está em cartaz no cinema, eu adoro ir ao cinema apesar de não ir tanto quanto gostaria :/
    Assisti recentemente Encontro Marcado, eu achei a história bem diferente, é um piração hahaha, mas eu curti e tem uma bela fotografia!
    Quero muito ver o O Jantar, vi algumas pessoas falando e fiquei curiosa.
    Aliás, tem vários filmes aí que me interessaram hehe :D
    Ah, muito obrigada! Fico feliz esteja gostando das minhas fotos ♥ eu adoro as tuas!

    https://heyimwiththeband.blogspot.com.br/

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  21. Adorei! Estou louca para assistir American Assassin ♥

    --> www.detiquetta.com.br

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  22. Análises geniais, com muitas lições, críticas e reflexões importantes, além desse olhar poetico. Brunt, você tem uma sensibilidade muito bonita e rara

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  23. Todos parecem ser muito bons! Mas pelos trailers, eu espero assistir A garota do Armário e De Volta Para Casa.
    Beijos, Aline
    Verso Aleatório

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  24. Oi, Vanessa!

    Adorei teu post, bem completo! Dos filmes que você citou, o que mais me interessou foi De volta para casa (tanto pela premissa como por ser protagonizado pela Reese Whiterspoon, que é uma atriz que eu adoro).

    Beijos,
    Isa
    Viciadas em Livros
    Participe do Amigo Secreto Literário do Viciadas em Livros

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  25. Olá lindona, eu fiz tantas programações para ir ao cinema assistir a filmes esse mês e chegamos no final e confesso que só assisti filmes em casa no computador mesmo rs
    Mês que vem e semana que vem no finalzinho tentarei ir ao cinema.
    Beijocas.

    www.meumundosecreto.com.br

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  26. nossa, o primeiro filme é MUITOOO BLACK MIRROR! chocada!! tô doida para assistir mãe, além da tematica, ainda tem minha JLaw <3

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  27. Menina, tu acredita q eu nunca mais fui no cinema??? HAHAHA Adorei as dicas! To louca pra ver mãe <3 <3
    Beijos

    www.marinaalessandra.com

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  28. Adorei as suas dicas de filmes para este mês.

    Big Beijos,
    LULU ON THE SKY

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  29. Eu adorei que você explorou bastante todos os filmes! Dá para ter uma ideia muito boa de como eles são e o que mais vai nos causar interesse em assistir. Gostei muito, sério! Tem várias coisas boas chegando nos cinemas em Setembro. Eu tô louquíssima pra ver o "Mother", com a Jennifer Lawrence, principalmente depois das criticas que eu li.

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  30. Não sabia dos lançamentos desses filmes e adorei suas reflexões sobre cada um! Já coloquei na lista esses De Volta Pra Casa, Exodus (que parece ser beeem interessante), A Garota do Armário (esse parece ser bom, já gostei pelo trailer!), O Jantar e 2:22 – Encontro Marcado. Senti sua falta no blog, principalmente por causa desses posts de lançamentos de filmes que é beeem interessante. As vezes me pego indo no cinema e vendo uns filmes que eu não sei nem do que se trata, só arriscando pra saber. Já com os seus posts, eu posso escolher qual vale o valor do ingresso com quase certeza de que vou gostar, haha!
    Beijos!

    www.likeparadise.com.br

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  31. Tantos títulos legais para tão pouco dinheiro hahahahah
    Eu quero muito assistir "De Volta Pra Casa" e ainda nem fui ver IT.. socorro

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  32. Oi Vanessa! Tudo bem? Eu quero muito ver De volta pra casa e achei o jantar bem interessante!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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  33. OOOOOI VANESSA

    eu sou louca por cinema, então eu assisto de tudo e fico muito feliz em fazê-lo.
    to bem ansiosa por muitos dos títulos que você apresentou no post. Gosto de todos os gêneros.
    esse mês o cinema tá repleto de coisa legal, né?

    beijo
    www.beinghellz.com.br

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  34. eu não sabia que tinha tanto filme esse mês, fui no cinema duas vezes e não encontrei vários desses. Frustrada hahahah Mas tem uns que eu estou doida pra assistir

    jessicalorena.com

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  35. Eu assisti a Kingsman 2 é bom, mas não supera o primeiro...e infelizmente rolou umas apelações, sabe?
    Estou querendo assisti a Esse é sua morte. Parece ser bem legal!
    Beijos!

    www.emversos.com

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  36. Olá!! Passei o mês inteiro sem ir ao cinema. Acredita?! Preciso recuperar esse tempo perdido.
    Beijocas.

    www.meumundosecreto.com.br

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  37. Um postzão desses, bicho!!!!! Adoreiiiiiiiiii. Só teve lançamento maravilhoso, viu? Não sei nem qual quero assistir primeiro, mas quero ver tudoooo!
    Esse ano tenho ido ao cinema com menos frequência por motivos de crise hahahahaha então tenho esperado sair de cartaz pra assistir online. Então vou salvar esse post aqui pra assistir tudo. Obrigada pelas indicações :D

    Com amor,
    Steph • Não é Berlim

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  38. Menina que post enorme! hahaha Adorei as indicações. Assisti recentemente Kingsman e It. Anotei algumas coisas pra ir atrás de ver depois.

    Beijos
    www.jadeamorim.com.br

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  39. Gente quanto filme bacana!
    Eu não assisti nenhum ainda, mas fiquei curiosa por alguns títulos!

    Kisses!
    Blog Sem Desperdício!

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